12 de novembro de 2017

Como não gastar dinheiro

Encontras umas calças que te ficam bem, que são o número abaixo do que costumas usar, mas que ficam óptimas ao contrário das que tens que ficam largas. Vestes e uau servem perfeitamente! Decides comprar..quando estás a sair dos provadores recebes uma chamada do trabalho. Precisam de ti. Na caixa está fila para pagar. 

Conclusão da história: não houve calças para ninguém. 
A rezar para que encontre as ditas calças numa próxima ida à loja. 

30 de outubro de 2017

Não gosto e tenho dito

Não gosto desta mudança de hora. Hoje de manhã quando sai já era dia feito coisa que não aconteceu na sexta por exemplo...mas logo vai anoitecer bem cedo. Preferia as manhã mais escuras e que o dia terminasse mais tarde. 

21 de outubro de 2017

A tentar perceber

Porque raio vai o Estado investir 8 milhões de euros (um euro que fosse já questionava na mesma) no SIRESP sabendo que aquilo não funciona?? Se funcionasse não teriam existido as tragédias que existiram. Não percebo este investimento, parece que é só deitar dinheiro fora. Se não precisam ou querem o dinheiro há muita gente que precisa realmente dele! Famílias que neste momento estão a tentar reconstruir tudo do zero. Famílias que ficaram sem nada. Famílias que perderam pessoas de uma forma estúpida, sem que se evitasse. 
Já todos sabemos que o SIRESP não funcionou no verão e não funcionou agora. Sabiam que para Outubro aquele dia seria muito atípico e quase nada fizeram para prevenir fosse o que fosse. Será agora este investimento a forma de prevenção do Estado para os dias que se avizinham? Não acredito que em um dia ponham o sistema a funcionar mas a ver vamos se mais nenhuma tragédia se tem de passar para que medidas reais sejam tomadas... 

15 de outubro de 2017

Report of the day

Às vezes não sei bem o que fazer. Se por um lado parecem que compreendem mais do que no início por outro ficam chateados porque não digo nada. Não percebo o querem. Mas também não me apetece estar a falar apenas porque sim. Relatórios fazia no meu antigo trabalho e mesmo assim por vezes “esquecia-me” de os fazer... 

14 de outubro de 2017

A minha cama chama por mim

A cama estava tão boa. E eu a dormir tão bem.  Sei que sonhei com alguma coisa relacionada com o moçoilo mas não me lembro o quê. Raramente me lembro dos sonhos também... 
Vim trabalhar. Mais uma manhã, pelo menos hoje é só a manhã. Vou conseguir descansar, espero eu. Estou a precisar de descansar. O moço também está, trabalhou muito nesta semana, ao menos parece-me contente com o novo trabalho. 
Espero ansiosamente que as 14h cheguem. 

(Não me posso esquecer de ir comprar um xarope para a tosse, começa a irritar-me estes ataques de tosse por causa do ar condicionado no trabalho.) 

11 de outubro de 2017

Sair da bolha

Ele tira-me da minha zona de conforto e sabe perfeitamente disso. E eu, porque gosto e confio nele, deixo-me ir. Sei que é importante para ele, sei que tem gosto em mostrar-me as coisas, em apresentar as pessoas, e por isso lá vou eu, sempre receosa, ter com ele. 

Se há coisa que me custa é sair da zona de conforto...

28 de setembro de 2017

O meu presente, três meses depois

Fez ontem três meses que enterrei um dos homens da minha vida. Fez ontem três meses que fui chamada para uma entrevista onde estavam a precisar com urgência de uma pessoa. 
Faz hoje três meses que me despedi sem ter realmente a certeza de ficar com o trabalho mas com muita vontade de ficar lá. 
O que é certo é que três meses depois ainda lá estou e continuo com muita vontade de lá ficar. Estou a aprender diariamente. A encarar cada dia como um desafio. E apesar de por vezes andar cansada com a carga horária a verdade é que nem me importo. Estou a trabalhar na área em que estudei. Vejo pessoas a acreditar em mim. E a dar-me a oportunidade de evoluir, pelo menos por agora, depois logo se verá.
O futuro logo se vê. Este é o meu presente e ainda bem. Depois de uma perda daquelas encontrei algo que me fez feliz. 

21 de setembro de 2017

Cansaço diferente

Este trabalho também me deixa cansada.. As vezes são mais de 10h a trabalhar. Mas é um cansaço completamente diferente do que o outro trabalho me trazia. Neste, eu sei que é o corpo que às vezes pede mais cama, mais umas horitas de sono, para aguentar tanta hora de pé e de um lado para o outro. No outro trabalho era a cabeça que mesmo descansando nem sempre ficava a 100% para o outro dia, eram as viagens que me deixavam em baixo. 
São cansaços diferentes. Eu acho. Também já me disseram que se continuo neste ritmo irei ter (mesmo não tendo neste momento) férias digamos que forçadas.. percebo o que me disseram e de certa forma concordo apesar de não fazer nada para mudar, para já pelos menos. Vou aguentando, umas vezes com mais energia, outra nem tanto, mais ou menos bem disposta, os dias vão passando. Isto porque estou num trabalho onde consigo ver uma evolução em mim como há muito não via, vontade (alguma quando estou cansada demais) de querer aprender mais, onde me dão oportunidade de crescer. E por isso vou aguentando o cansaço com um sorriso no rosto :) 

17 de setembro de 2017

Dia da maçã

Não é propriamente novo mas é quase, foi mais do que queria ter gasto no entanto como tive uma prenda do moço deu para me exceder um pouco. E assim tenho um novo telemóvel! 
Oficialmente juntei-me ao clube Apple ou como eu digo à maçã. Ainda me estou a habituar ao sistema, às aplicações que são diferentes do que eram no android. Isto do blog ainda não percebi muito bem, é o primeiro posto que escrevo via novo telemóvel, logo vejo como fica. Para já estou a gostar do sistema, do telemóvel em si, pensei que seria mais complicado do que está a ser (também é verdade que apenas vou fazendo o básico por agora)... 

5 de setembro de 2017

A dar as últimas

O meu telemóvel já passa dos 3 anos de existência nas minhas mãos. Comprei - o novo, na altura através da campanha de troca de pontos, com o meu primeiro ordenado "a sério" após a faculdade. Três anos volvidos nas minhas mãos é incrível..e a verdade é que ultimamente tenho feito praticamente tudo com o telemóvel - seja emails, redes sociais, mensagens e chamadas, tudo - portanto tem um uso jeitoso. Por isso mesmo anda a dar as últimas...já o carrego quase duas vezes por dia se usar a Internet. A partir dos 30% de bateria esqueçam, o melhor é já nem contar com ela porque num piscar de olhos passa logo para os 10%.
Já andei a ver possíveis opções..A pedir a opinião ao moçoilo porque praticamente só percebo da estética dos ditos cujos. Mas são caros..é algum dinheiro para dispensar agora. Também é verdade que quero uma coisa durável e minimamente capaz de se sujeitar a andar nas minhas mãos a fazer tudo (até escrever posts para este cantinho).

Duvido que este espécime que possuo agora resista até completar o quarto aniversário. Acho que tenho de estar atenta às promoções a ver se um das três opções surge mais baratinho. Neste momento é mesmo um objecto de trabalho portanto preciso mesmo de um.. 

25 de agosto de 2017

É meu dele!

Precisava. Estava a fazer as contas bem feitinhas para um. Dadas as contas tinha como opção comprar algo que não gostava tanto para desenrascar porque precisava mesmo. Mas ele fez - me a surpresa, tratou de tudo e já tenho um. Um do qual gosto, comprido mas que gosto muito!

Obrigada! Do fundo do coração muito obrigada!

(No entanto vou-te pagar, não te esqueças disso.)

16 de agosto de 2017

Que mania

Gostava de participar em passatempos, tanto em blogs como no facebook. Nos últimos tempos participava em mais passatempos no facebook do que em blogs dada a facilidade de participar via telemóvel. No entanto, de há uns tempos para cá, a maioria dos passatempos no facebook exigem mencionar três (quando não são bem mais) amigos de forma pública. Devo dizer que não gosto nada disso! Partilhar o passatempo até percebo, agora ter de mencionar n amigos para tal não. Quem me diz a mim que os amigos gostam de se ver mencionados nos passatempos?  Que até nem se importam? Humm não gosto não. E com isto deixo muitas vezes de participar nos ditos.

8 de agosto de 2017

Mais cinco

Ontem foram mais cinco livros. Não tenho vendido muito, também não tenho investido muito tempo nisso é verdade, mas lá viajaram mais cinco livros. Têm nova casa e eu tenho mais uns trocos para guardar.
Tenho muitos mais livros para vender. Livros e outras coisas até. Em Setembro vou voltar à feira de usados, tentar vender mais umas coisas. Falta mais de um mês contudo espero que corra bem.

5 de agosto de 2017

3/3

E o terceiro dia acabou ontem à noite finalmente. Estava mortinha que o dia de trabalho terminasse para descansar..

4 de agosto de 2017

2/3

O segundo dia já terminou e começa agora o terceiro. Estou de rastos, eu que nunca fui uma pessoa muito bem disposta logo pela manhã hoje estou do pior. Só sei que preciso de cama mas ainda tenho umas 11h pela frente..

Aguenta corpo. 

3 de agosto de 2017

1/3

O primeiro de três dias seguidos a trabalhar mais de 10h já foi.. espero chegar viva amanhã à noite!

1 de agosto de 2017

Wedding planner

Quando tens conhecidos que foram pedidos em casamento e devem andar a planear e a ver as coisas para o dito cujo ficas com o mural de facebook invadido de lojas de vestidos de noiva e marcas para convites de casamentos e etc. O problema disto? Gosto de ver vestidos de noiva, sempre gostei, dos desenhos em si, e até gosto de ver a criatividade dos convites, decorações, o que for. E depois ponho - me a mandar opiniões e imagens para o moçoilo. E voltamos à questão,  qual é o problema? Ele não faz grande questão de casar...Eu também não tinha grandes ideias de tal coisa mas fico a pensar e se. Aí reside o problema..

18 de julho de 2017

Trabalho novo

Depois daquele início de semana que me deitou abaixo, com o falecimento do meu avó, após o funeral recebi uma chamada para uma entrevista ainda no próprio dia e lá fui eu. Fizeram-me uma proposta, na minha área, onde podia ainda aprender algumas vertentes nas quais não tenho experiência. Queriam que voltasse no dia a seguir para experimentar, ver se me dava bem com o trabalho e o trabalho comigo. Pois voltei e nunca mais saí. Disse adeus ao outro trabalho que me deixava de rastos com as viagens, este ao menos deixa-me de rastos mas é na minha área, estou a trabalhar para o que estudei. Está a fazer quatro anos que terminei a licenciatura e agora sim posso dizer que estou a trabalhar na área! Não é nada fixo, permanente, é apenas por uns meses, contudo é bom voltar aquela área. 

Acho que estava meia anestesiada dos acontecimentos porque o nervosismo ficou meio de lado.  A sra dra da entrevista até disse que eu era extrovertida (devia estar mesmo mal!). No entanto agarrei a oportunidade com todas as minhas forças. Era isto que eu precisava, uma oportunidade! Que alguém me desse uma oportunidade. 

Estou já há duas semanas a trabalhar oficialmente lá, duas semanas que penso estarem a correr bem. Ainda não me aventurei pelas outras vertentes, o horário não facilita também, contudo quero primeiro ambientar-me completamente ao trabalho que estou a fazer e depois aprender o restante (pelo menos assim espero). 

16 de julho de 2017

Escrever com alma

Tenho tanto que escrever. Tenho de me sentar e escrever, por a minha alma em palavras.

15 de julho de 2017

Livros a voar

Resolvi vender os meus livros. Preciso de juntar dinheiro para um up na minha vida. Novos objectivos. Por isso aquela mini mini mini biblioteca vai ficar mais pequena, se possível praticamente vazia. Ontem voaram três. Espero que voem mais...porque há novas batalhas a enfrentar. 

(Se alguém que passe por aqui quiser alguns livros é só contactar! Tenho muitos, diferentes géneros...) 

Porque gosto...porque me faz lembrar de ti, de nós...


25 de junho de 2017

Hoje

Hoje foi o teu último dia. Hoje foi quando deste o teu último suspiro. Hoje foi quando o teu último "ai" deve ter sido um sussurro.
Fui a última pessoa a ver-te. Fui a última a dar - te um beijo. Hoje deixaste - me. Deixas-me fisicamente porque psicologicamente já me tinhas deixado há muito. Poucas vezes voltei a ser a Inês, a tua netinha. Das últimas vezes fui uma tal de Clara e depois uma Rosário. Encontraste o sossego que não tiveste nestes últimos anos. Assim o espero.
Já todos estávamos à espera deste desfecho, já chorei tanto da última vez que estive contigo no hospital e o médico me disse que a situação era muito muito grave. Hoje terminou a tua luta.

A partir de hoje mais uma estrela está no céu. A olhar por mim. A ter orgulho em mim espero.

Até sempre Sr. Eduardo

22 de junho de 2017

Trabalho

Sempre fiz o meu trabalho o melhor que sei e da melhor forma para todos. Por isso é que esta semana fiquei fora de casa a semana toda...Para além de não ficar como um zombie, sei que o facto de estar mais presente ajuda as restantes pessoas no trabalho. No entanto é cada facada que as vezes levo. Hoje foi um dia desses..
Sirvo para fazer as férias de umas mas não sirvo para fazer as férias de outras. Por acaso achava que até tinham alguma consideração por mim mas afinal não. Sou mesmo uma tapa buracos (alguns,  não podem ser os buracos na área onde estudei senão devo ficar muito convencida).
Já passam mais de dois anos a trabalhar para eles e a situação mantém-se. E sei que infelizmente a prejudicada sou apenas eu. Viagens e mais viagens. Sempre trabalho diferente. E contam sempre comigo para tudo menos para trabalhar na área onde estudei (que tinham oportunidade para me por a fazer). É triste. Não sei onde isto me vai levar, não sei bem o que fazer também. Só sei que hoje fiz a viagem trabalho-"casa" em silêncio, com lágrimas nos olhos, porque me sinto completamente em baixo.  Parecem que gozam comigo.
Precisava de outro trabalho, e vou procurando é certo, só que depois não tenho retorno aos poucos anúncios que respondo, mas ao mesmo tempo não quero sair deste sem uma segurança. Não sei. Eu penso e divago e fico triste e choro mas não sei que fazer.

19 de junho de 2017

Fora uma semana

O pior de estar longe de casa, é estar num sitio sozinha. Já há algum tempo que não ficava fora em trabalho, tenho ido e vindo muitas vezes e esta semana fui eu que sugeri que ficasse fora, mas apenas para não andar tipo zombie como andei há uns tempos atrás. Esta semana vai ser toda fora, chegar a "casa" e não ter ninguém, simplesmente ligar a TV para ter algum barulho de fundo.

Pode parecer parvo no entanto gosto de ouvir barulho numa casa.

16 de junho de 2017

Sapatos de Ballet de Noel Streatfeild

Um livro leve depois dos calhamaços que li. Foi uma leitura rápida, o livro também não é grande, acima de tudo é fácil de ler. 
A história de três meninas que tentam colocar o apelido delas, único e original, na História. 
AS três meninas, Pauline, Petrova e Posy, foram adaptadas ainda bebés pelo TAM (tio-avó Matthew) que partiu para as suas aventuras deixando-as aos cuidados de Sylvia e de Nana. 
Irmãs de coração , digamos assim, todas têm sonhos, gostos e ambições diferentes. 

Pauline quer ser actiz. 
Petrova adora carros e motores.
Posy passaria o dia todo a dançar. 

Juntas ambicionam que o apelido Fóssil fique na História. 

Sapatos de Ballet é daqueles livros que nos aquecem o coração, deixando-nos envolver no mundo das pantominas, danças e palcos. 
Não tendo grandes expectativas quando o comecei a ler, foi um livro do qual gostei bastante. Um livro fofinho. 

Anjos e Demónios de Dan Brown

Mais um livro de Dan Brown. Sempre polémico, sempre interessante. Mais um livro que nos agarra do início ao fim. 

O Professor Langdom desta vez é conduzido até ao CERN, aquele que é o maior laboratório cientifício, para ajudar a perceber o assassínio de um cientista também padre que pretendia unir ciência e religião. O cientista e padre, Leonardo Vetra, foi assassinado em pleno CERN e marcado com o ambigrama dos Illuminati. Do CERN  vamos para o Vaticano (o Vaticano está sempre metido ao barulho) num avião supersónico onde está para começar o Consílio onde se escolherá o novo Papa. 
Entre a história dos Illuminati, o rapto dos quatro cardeais, os principais para a sucessão, e respectivos assassínios com o extra adicionado pela anti-matéria que ninguém sabe onde está conseguimos viajar no que nos parece imenso tempo mas na realidade não passou de apenas um dia. 

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Um livro que nos faz puxar pela imaginação, onde tentamos desvendar pistas, descobrir o que irá acontecer a seguir. Um livro que nos consegue sempre surpreender. 

Dan Brown desvenda-nos algumas sociedades "secretas" muito interessantes dando vontade de pesquisar mais sobre elas. Penso que vou gostar de ler outros livros do autor, pelo menos dada a experiência com estes primeiros dois livros (Código de Da Vinci e Anjos e Demónios). 

4 de junho de 2017

Fim de semana inesperado

Foi um pouco "vai fazer a mala", e depois de alguma reticência inicial lá fui, sem saber para onde, muito bem fazer o quê, mas fui. Mania de andar com ele sem saber para onde me leva.
Resultado? Estrangeiro de fora. (Sim porque aqui a totó também raras vezes foi ao estrangeiro de dentro.) O país vizinho, nunca tinha ido. Nunca tinha ido a lado nenhum podemos dizer. Ele levou - me lá, umas mini mini férias, muito passeio, descanso. Tudo o que estávamos a precisar. Os dois. Duas cidades diferentes, muito interessantes, cada uma com as suas características.
Ficaram algumas fotos, mais das cidades, das comidas... (temos poucas fotos juntos)... ficaram recordações, momentos. Tão bom!
Obrigada pelo fim de semana!

18 de maio de 2017

Sensações

Tenho a sensação que me vão mandar embora do trabalho. Não sei bem dizer porquê ou melhor sei dizer alguns aspectos que não me parecem bem. O facto de porem uma rapariga nova em formação a aprender parte do que eu faço é uma das razões; o facto de ainda não ter percebido o que ela realmente vai fazer é outra. Pressionei de certa forma para ter um contrato, não o obtive, apenas a promessa de o ter, mas de promessas está o mundo do trabalho cheio. Também não sei até que ponto é que acredito nessa promessa é a verdade. Existe ainda o facto de dar despesa, o que pagam é mais do que irão pagar à rapariga nova que até pode fazer bem o que eu faço. São apenas factos e algumas suposições...
Não é fácil dizer qual o meu trabalho, faço tanta coisa...sei um pouco de tudo acabando por safar várias vezes o trabalho...sei que não sou indispensável, ninguém o é, só que a verdade é que não têm lá muita gente que faça o que eu faço. Não sei...se calhar estou a ver coisas onde elas não existem. Mas a verdade é que me ando a sentir de certa forma posta de lado e a ser "testada".

Tenho de aguardar a ver o que o futuro me reserva. Não estou contente com o trabalho que tenho devido a alguma instabilidade e desorganização, ando à procura de outra coisa, seja na área (onde quase já desisti) ou não, contudo neste momento é o que tenho e não desgosto de fazer certas tarefas...

Logo vejo. 

15 de maio de 2017

O Código de Da Vinci de Dan Brown

Uma história cativante, que envolve o leitor em descobertas fantásticas. É assim a viagem pelo Código, pelo mundo das artes e da simbologia. 


Resultado de imagem para codigo da vinci livroJá tinha lido o Código de Da Vinci uma vez, penso que na altura ada febre destes livros e a verdade é que gostei, li-o rapidamente. Ao relê-lo lembrei-me, novamente, do porquê de ter gostado. 

Jacques Sauniere, director do Museu do Louvre, e Grão Mestre do Priorado do Sião, é assassinado em pleno museu. Para que a família não se perca "encena" uma imagem icónica de Da Vinci chamando à investigação a neta Sophie e o simbologista Robert Langdom. O que para Sauniere é uma forma de "contar" um segredo de família bem escondido, tanto para Sophie com o para Lanbgdom, é também uma forma de perpetuar a história do Priorado do Sião, organização da qual Sauniera era Grão Mestre. Uma cruzada entre França e Inglaterra que termina na Irlanda com Opus Dei e Vaticano metidos ao barulho. 

Um livro polémico que se lê de forma bastante fluída, sem grandes "floreados" na própria escrita. Tão surpreendente que já foi adaptado ao cinema.
Um livro que nos leva a pensar na arte de maneira mais profunda e não apenas como um mero objecto decorativo.

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11 de maio de 2017

Figuras de uma neta

Ontem sai do trabalho a correr (quando preciso de sair cedo nunca saio), fui à loja naquela de "se estiver aberto está se não estiver fica para outro dia". Estava aberta, fechava às 19h, entrei às 18h59. O que quer, que tipo...vê um, vê outro, vai este. Tem multibanco? Não. Toca de ir levantar dinheiro. Volta, paga, não há saco para levar, tenho de ir pelo metro de andarilho na mão. O gajinho da loja diz que as pessoas vão achar estranho ir com um andarilho na mão e andar tão bem mas que pelo menos ninguém se metia comigo.
Saio da loja, vou pela rua até ao metro alguns olhares. Desço para a estação de metro pelas escadas rolantes mais olhares. Dentro do metro e dentro do autocarro mais alguns olhares. As pessoas gostam mesmo de olhar!

2 de maio de 2017

Escrita em falta

Tanto que escrever, coisas a acontecer e eu sem vontade de me sentar em frente ao computador.
Tenho duas opiniões de livros escritas num caderno prontas a passar para este cantinho, uma opinião por escrever e um livro a acabar. Tenho desabafos a fazer, coisas em que pensar.

Este meu mundo anda meio abandonado, não é por mal. É o cansaço. Escrever no telemóvel não me parece igual. Terei mesmo de me sentar, tranquila, ligar o computador e simplesmente escrever.

27 de abril de 2017

Tolerância para alguns

Num país maioritariamente católico o Estado decide dar tolerância de ponte no dia 12 de Maio porque o Papa vem a Portugal.
Dado isto existem várias questões que se levantam e mereciam uma resposta"
* Apenas os trabalhadores públicos católicos terão direito à tolerância de ponte?
* Os trabalhadores privados não podem exprimir a sua religião tendo também direito à tolerância?
* Porque, num país ainda em dificuldades, vão pagar um dia sem que as pessoas estejam verdadeiramente a trabalhar?
* Quantos dos que vão usufruir da tolerância é que realmente vão a Fátima ver o Papa? Não irão precisar de fazer prova digo eu.

Até percebo a tolerância dada a importância do evento, contudo não é nada justa..existem muitas variantes.
E ainda pergunto, aqueles que puseram férias no dia 12 ou nessa semana com o intuito de ver o Papa, já que já se sabia há muito tempo da sua visita (esses sim católicos ou não, pessoas que querem ver o Papa), terão direito a trocar para usufruir da tolerância? Não me parece..

Estas tolerâncias e esta forma de trabalhar não abona nada a favor da entidade patronal...Neste caso o Estado. 

6 de abril de 2017

A fazerem de mim burra

As pessoas pensam que são muito espertas e que fazem os outros de burros, o problema é que as coisas se descobrem. E fica mal da parte de quem é fazer o que faz..tenho pena, pena que a sorte não seja para todos.

4 de abril de 2017

Que dizer?

Quando estás a ler o livro da imagem e te perguntam sobre o que é... Humm o que responder? Isto quando não conhecemos propriamente a pessoa que pergunta.

30 de março de 2017

Raios para a aplicação

Tenho o feedly no meu telemóvel, uso-o para ler os posts dos blogs que normalmente sigo, no entanto há uns dias que o dito cujo não tem funcionando bem. Primeiro não abria, ficava ali a pensar imenso tempo, agora abre a aplicação mas não me deixa abrir os posts para ler. E com isto tenho 100 posts para por a leitura em dia!

Ainda vou ter de arranjar outra aplicação para seguir os blogs.

11 de março de 2017

Nem...nem...

O Estado criou uma iniciativa para os jovens que não estudam nem trabalham. Esta iniciativa permite aos jovens terem um "rendimento"/apoio mensal para criarem o seu próprio negócio. 
Não é o que seja uma má iniciativa no entanto há jovens que trabalham e/ou estudam e que até gostariam de criar um negócio, mesmo como complemento do que fazem actualmente. Muitos destes jovens, eu incluída, não se dedicam a estes possíveis negócios, em grande parte, por falta de capital para investir. Eu sei que do pouco muitas vezes se faz muito porém é sempre um risco o abrir um negócio do nada, quando existe uma conta limitada, bem limitada, onde os tostões são contados até ao último cêntimo. 
O Estado podia ajudar as pessoas (todas, jovens, com mais idade, que trabalhem ou não) que gostariam de abrir um negócio de forma mais ágil. Não estamos a falar apenas de dinheiro, a ajuda pode ser de outras formas também - workshops, formações, acessos a empréstimos ou outras facilidades para construir o negócio. Os negócios, por pequenos que sejam, são sempre potenciadores de economia e quem sabe não poderão crescer?!
OS jovens, quem diz jovens diz desempregados, etc, quem não faz nada no verdadeiro sentido da palavra , precisam de uma "ocupação". Mas será a darem-lhes cerca de 700€ mensais que vão conseguir estar ocupados? E se o negócio apenas "render" enquanto estiverem a ser injectados aqueles 700€? 

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Será que valerá a pena ser nem nem? É que começo a pensar que sim. Se eu que trabalho (não na área em que estudei mas há contas para pagar e não consigo ficar sem fazer nada) não tenho tempo nem capital para investir num negócio (que seria um mini-negócio inicialmente, tornar um hobby numa possibilidade talvez semi-lucrativa) poderei deixar de trabalhar e receber apoio para colocar a ideia a funcionar? A questão é um bocado assim...bem sei que devem existir regras (espero que existam), o acesso não deve, nem pode, ser ilimitado, digo eu. 
Divagações minhas...não sei...estou nem nem... 

8 de março de 2017

Momento fofo do dia

Ver um senhor já dos seus sessenta, sedenta anos ir comprar um vaso de orquídeas para oferecer à esposa por ser o Dia da Mulher.

4 de março de 2017

Well done!

Estás a portar - te bem quando vês umas botas que gostas, experimentas e são super confortáveis mas não as compras!
Tenho que vender algum do calçado que tenho quase novo...só depois poderei comprar, se precisar.  Contenção de custos!

22 de fevereiro de 2017

Cansada disto

Estou cansada da falta de oportunidades por não ter experiência mas ninguém me dá a possibilidade de ganhar. Esta a fazer 4 anos que terminei o curso e posso dizer que pouco ou de nada serviu. Estou cansada de mandar currículos, de me propor a estágios voluntários mas de nada serve. Ninguém quer ter o trabalho de ensinar..de ajudar.. Hoje tive uma entrevista, não vai dar em nada para mim porque são 100 cães a um osso, já fui com esse pensamento a verdade é essa. O curso está a tornar - se um tema sensível demais para mim e não gosto disso.  Qualquer coisa fico logo muito nervosa, com lágrimas nos olhos...Eu não era assim.  Não sei que faça..Estou cansada disto.

20 de fevereiro de 2017

A Princesa de Gelo de Camilla Läckberg


Se bem me recordo comecei este livro ainda no ano passado, mas decido às constantes viagens do trabalho foi lido devagar (muito, muito devagar até). 

A Princesa de Gelo é um policial nórdico - não que a nacionalidade tenha muito a ver com o facto de ser policial ou não - escrito de forma bem interessante por Camill
a Läckberg. Admiti que tenho sempre algum receio de ler policiais, livros que me façam "ver além do escrito" por ficarem muitas vezes aquém das minhas expectativas. Contudo este livro cumpre o desejado de forma impressionante. No início do livro estava um pouco à nora, mais para o meio há algo que certas personagens dizem que me deixa intrigada, com certas desconfianças, no entanto o final não foi nada do que estava à espera. 
Gostei muito da história, da maneira fluída como está escrita, como faz "paragens" nos momentos certos, como faz o leitor pensar. 

Erica, uma biógrafa já com alguns livros publicados, vê-se envolvida na descoberta do homicídio da sua melhor amiga de infância, Alex, com quem não falava desde criança. A partir daí desenrola-se a investigação para descobrir o que aconteceu com Alex e quem a matou; para isso descobrem-se traições, gravidezes, relacionamentos improváveis, alguns acontecimentos com mais de 25 anos. 

Um livro muito interessante e que não deveria ter demorado tanto tempo a ler. Alex com uma vida incrível. Erica uma escritora de vidas. E a literatura nórdica a ganhar com isso! 

17 de fevereiro de 2017

Tentar chegar a alguma decisão

Estou indecisa se volte a estudar ou não. Se por um lado gosto de estudar e é sempre bom aprender ou reaprender coisas, por outro o valor para o fazer deixa-me inquieta. Não estou num emprego seguro e o valor quer queiramos quer não ainda é considerável.  Se não fosse o valor a decisão já estava tomada, agora assim fico na dúvida. Ponho - me a pensar de que me valerá a formação caso invista nela? Não estando a trabalhar na área, valerá de alguma coisa? Ou é apenas algo para acrescentar ao currículo, perder tempo e dinheiro?

Que raio de indecisa que sou!

Logo pela manhã

À sra que estava com muita pressa logo pela manhã quando eu estava no multibanco a fazer uma transferência, que bufava por todos os lados e que chamava por Nossa Sra, foi muito bem feito querer levantar dinheiro e a máquina não dar!

13 de fevereiro de 2017

A vencedora

Dizem que foi esta a foto vencedora do World Press Photo. Dizem que o presidente do concurso votou contra. É uma decisão polémica. A afirmação do acto, um jaz deitado, o outro marca a sua posição. Uma foto de todo marcante, mas não generalizará a morte? O acto de tirar a vida a alguém?

9 de fevereiro de 2017

Quem é o pai da criança?

Nesta semana, li a notícia que os casos de filhos de pais incógnitos tinham aumentado. Pensava eu que isto era uma prática recorrente de tempos passados, mas pelos vistos não.

Diz a notícia que existiram 837 casos de filhos de pais incógnitos no ano passado, quase o dobro do que em 2015. E que nestes casos, cabe ao Ministério Público averiguar a paternidade da criança. No entanto tenho algumas questões/dúvidas quanto a conseguirem descobrir quem é o pai da criança em certos, senão na maioria dos casos. Acredito que hoje em dia não se diga quem é o pai pelas mesmas razões que no passado – o ter um filho de um homem casado era um escândalo! A verdade é que o mundo mudou, o tempo passa, as mentalidades e culturas evoluem (a maioria, diria que hoje em dia há um caso muito específico que parece que em vez de evoluir regrediu). Existem mulheres que optam por serem mães sozinhas (o termo solteira não me parece adequado) e, se recorrerem a um banco de esperma, realmente não sabem quem é o pai. E existirão de facto crianças, que abandonadas, não sabem mesmo quem são os pais.

É um tema de certa forma interessante e triste em simultâneo. Conhecer o nome dos progenitores mesmo que não haja interacção com eles é um direito, penso eu. A pessoa tem de conhecer as suas raízes, faz parte da sua história de vida, não precisando de se enraizar na mesma. Por outro lado penso no que leva uma mulher a registar uma criança sem fornecer o nome do pai. Que motivos levam a isso? Problemas com o homem em questão, o homem não quer assumir a paternidade, não sabem mesmo quem é o pai? E de que forma essa falta de informação poderá afectar a criança no seu crescimento e mesmo enquanto adulta?


Quer queiramos quer não, todos temos coisas dos nossos pais, quanto mais não seja a herança genética. 

8 de fevereiro de 2017

Work work work

No trabalho não há organização. É só mandar e o resto a pessoa que se amanhe. Hoje foi mais uma prova disso. Nem mesmo por ter falado com a pessoa responsável ontem ao final da tarde, mudando - me os planos todos feitos na sexta, houve uma luz naquela cabeça lembrando - se que não havia carro para mim.

Eu pergunto as coisas, ficam chateados comigo. Tento organizar o trabalho, facilitando todos, a mim incluída, e parece que só faço mal. Não entendo.

Juro que as vezes não percebo porque continuo neste trabalho...

25 de janeiro de 2017

Trabalhos e oportunidades

Fui tranquila talvez por saber que é grande a probabilidade de não dar em nada. Não estou a ser pessimista, apenas realista...procuram alguém com experiência, coisa que me falta. Falta aquela oportunidade dada por alguém em que eu possa aprender, ganhar experiência...hoje em dia é difícil darem. No entanto lá fui eu, hoje de manhã, tentar a sorte. Fui chamada já não é mau, penso eu. Estarei a pensar pequenino? Talvez. Não tenho grandes expectativas de ser contactada pelas razões que já disse; se o for vai ser uma boa surpresa.
No trabalho lá vou andando em viagens. Ando cansada; mais pelas viagens do que pelo próprio trabalho, já que não tenho feito grande coisa. Quase que já não sei o que é dormir na minha cama. Parece que me tomaram como garantida. Neste momento é o que tenho, é essa a verdade. Tenho visto anúncios mas nada que me pareça muito melhor e por isso vou - me deixando estar.

A minha vida profissional precisava de uns abanões, algo que me levasse para melhor. Uma boa oportunidade de trabalho era isso..

Diz que é moda

15 de janeiro de 2017

Sábado diferente

Ainda em Dezembro resolvi inscrever - me num espécie de venda de garagem. Tenho imensa coisa em casa que poderia vender e a minha mãe também tinha umas coisas antigas que não queria pelo que se juntou as duas coisas.
Ontem foi o dia dessa feira de "usados". Se eu pensava que levava muita coisa ao sair de casa, quando cheguei lá percebi que não levava nada comparado com os outros vendedores. Vendi umas coisinhas, nada de especial. A verdade é que também não sabia muito bem como iam ser as coisas, não levei nada organizado, nem tinha pensado muito bem no preço do que levava (que rica vendedora!). Deu para ganhar uns trocos..
Para o próximo mês vai existir outra. Estou a pensar inscrever - me novamente, mas caso vá levarei as coisas mais organizadas e mais alguma tralha que anda casa.

Notas da feira:
* eu tenho mesmo muitos livros!
* tenho de ter mais método nas vendas
* não fiz nenhuma compra, ia mesmo com o objectivo de vender apenas

Acho que correu bem, apesar de tudo!

3 de janeiro de 2017

É oficial!

Depois de 1 ano e 3 semanas como ele faz questão de lembrar é oficial para quem já o deveria ser há algum tempo e não era por minha culpa.

Artista de Circo de Margarida Rebelo Pinto

Para começar devo dizer que devem ter sido poucos os autores portugueses que li. Li Saramago e Eça na escola como toda a gente, mas pouco mais deve ter lido fora de contexto escolar.

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Este livro foi comprado com esse propósito, tentar aventurar-me por autores portugueses e neste caso por uma autora de quem ouço a falar bem. No entanto não terá sido um bom livro para tal coisa, é um livro de crónicas, espécie de mini contos, que realmente não me atrai minimamente. Peguei nele por me parecer um livro leve e estava a precisar de algo assim depois de um livro meio aborrecido, que não me cativou, como o Esther.

O Artista de Circo é um livro fácil de ler, lá está com os “mini contos” escritos pela Margarida e em que transborda de romantismo de certa forma, não fosse ela uma grande autora de romances. Em cada crónica temos uma história de amor, acabadas, inacabadas, porém histórias que lemos facilmente, com agrado de certa forma. Todos sabemos que há diferentes tipos de amores e ainda que dentro deles uns terminam bem, outros mal e outros que não terminam simplesmente.
Apesar de tudo o que mais me cativou, mesmo não sendo um género do qual tenha muita proximidade e gosto, foi a facilidade em ler e no quanto aquelas histórias poderiam ser minhas, de familiares ou amigos, a proximidade que senti ao lê-las.
Para a minha estreia da Margarida Rebelo Pinto não terá sido o melhor livro, não me enquadro bem com várias histórias no mesmo livro, porém penso que será uma escritora da qual irei gostar num livro “a sério”. Os mais recentes e dos quais li e ouvi boas críticas poderão ser boas opções no futuro. Devia mesmo em apostar em autores portugueses.

2 de janeiro de 2017

Inesquecível...por causa dele!

Fiz anos. Depois foi véspera de ano novo. E depois dia de ano novo. Terminei 2016 desta forma e comecei 2017 assim. Foi em tudo diferente, algo inesperado (de certa forma anunciado) fez mudar os planos todos, porém fez com que fossem uns dias para mais tarde recordar.
O “peso” saiu de cima dos ombros, não porque tenha feito algo par isso, mas porque ele fez. Fez o que eu não queria que fizesse e que apesar de ter dito que poderia fazer pensava que não o fizesse mesmo. Contudo estou feliz e agradeço por ele o ter feito, mesmo tendo dito na altura que lhe ia bater. Sinto-me verdadeiramente feliz.
Vi os meus pais animados, coisa que nem sempre acontece, a brincarem e a ficarem acordados na passagem de ano, mesmo depois de terem feito mil e umas coisa. Não foram os quatros gatos pingados como costumo dizer. E tudo isto se deve a ele, à presença dele. Foram momentos inesperados, foram atitudes inesperadas, mas tão gratificantes. Pode não ter sido a passagem de ano que tinha de certa forma planeado, porém foi inesquecível.




2016 terminou e levo grandes recordações. De 2017 que agora começa espero viver mais e melhores momentos, sempre com ele.