29 de janeiro de 2016

Ser parva entre a espada e a parede

Às vezes parece que tudo o que tenho vivido é de certa forma irreal, uma ilusão...uma espécie de sonho do qual posso acordar a qualquer momento. Foi tudo rápido, e tenho bem a noção disso, mas foi tudo tão natural...não forçado. 

Se por um lado não existiu "enrolar" de parte a parte, nem aquelas coisas do vai não vai, por outro (e eu sei que não devia ligar muito a isso, só que sendo quem são não consigo pensar de forma diferente) esta rapidez faz confusão a algumas pessoas. Porque não é "normal". E eu por vezes fico sem saber o que fazer...se insistir na rapidez, se travar para alcançar a "velocidade" dos outros. Estarei a ser parva? O ter de desbravar terreno não me agrada muito e tenho vindo a fazer aos poucos. Será que lento de mais para o que alguém espera? O querer uma coisa, o fazer outra para haver mais tranquilidade, o entristecer alguém. Porque tenho noção que isso acontece...e custa-me saber, ver, que está assim...


Não quero "desiludir" ninguém, só que às vezes sinto-me meia entre a espada e a parede. E eu no meio disto tudo sem saber bem onde me posicionar, sabendo apenas que não quero perder quem encontrei. 

28 de janeiro de 2016

Bem relembrada

Três emails e três mensagens. Será possível esquecer - me da consulta?

25 de janeiro de 2016

Descobertas

Decides que queres ir comer uma fatia daqueles bolos que vês no facebook e pelos quais ficas a salivar. Descobres que estão fechados no suposto dia em que ias...

22 de janeiro de 2016

Assumir barulho



Esta música já era para ser publicada antes, mas a falta de tempo, de vontade e o esquecimento levaram a que só hoje fosse publicada. Mais vale tarde que nunca! Não sou grande fã de Anselmo mas verdade seja dita que até fiquei surpreendida pela positiva com esta musiquinha. 


Vamos lá assumir barulho!! 

20 de janeiro de 2016

Ao tempo...

...que não era seleccionada para uma campanha da youzz. Hoje lá tinha um email a dizer que tinha sido seleccionada, convite aceite e agora vamos lá aguardar pelas bolachas!

19 de janeiro de 2016

Ai Sr. Presidente

Sr. Presidente devo dizer - lhe que já tive muita estima por si, sabia que o que fazia para o clube era o melhor. Hoje em dia não o posso dizer..de há uns tempos para cá o clube tem vindo a cair a pique, já não é o Porto de antigamente. Aquele que vi jogar com garra, à Porto, e por quem sofri como se pela vida fosse. Hoje, o meu Porto, não é o meu Porto. Os jogadores apenas ganham o seu e amor à camisola não há..nem vamos falar das últimas escolhas para treinador. Tanto tempo para mandar o espanhol embora para depois contratar (pelo menos assim dizem) o Peseiro? A sério sr. Presidente?

Esperemos que esteja enganada quanto a ele e que o clube volte ao que era, a ter garra e força como a que não tem tido. A ver vamos, penso eu de que...

10 de janeiro de 2016

A estante


Aquilo que me falta para colocar os meus queridos livros. Uma estante. Esta não daria para muitos livros mas que é gira é! Daria um aspecto interessante a qualquer casa... 
Esta ficaria para a sala. E outra, maior, mais convencional, para o escritório. Parece-me bem...


7 de janeiro de 2016

Confia...




São quase 9 minutos. Rodeada por pessoas de quem gosta e que gostam dela. O cabelo é apenas um "adereço" da mulher, sabemos que cresce novamente mas é sempre difícil cortar. É uma parte de nós, define-nos. E cortá-lo numa fase tão delicada deve ser tão doloroso...


No entanto:

Acredita!
És muito mais do que o teu cabelo!
Não é o cabelo que te assusta!
É o cancro!

Confia! Vai dar tudo certo!

Um dia...quando?

6 de janeiro de 2016

Home nada sweet home

O que fazer quando ainda pensam que és uma miúda? O que fazer quando há palavras ditas e que não podem ser retiradas? Para ser respeitada tenho de me dar ao respeito.. e eu a pensar que sempre respeitei os outros. Nem sempre fui respeitada, isso é certo, mas talvez isso não interesse para a história, pelo menos para a que me tentam contar como se fossem donos e senhores de mim. 
Estou cansada. Estou triste. Estou farta. Quer fazer faz, não quer fazer não faz. Quer falar fala, não quer não fala. Se estou a viver num quarto alugado? Não, não estou...mas pelo que já paguei às vezes mais valia. Talvez não saísse tão caro. Foi o dinheiro que se foi e foi, como já foi algumas vezes noutras ocasiões, a minha paciência, a minha alegria. Fizeram tudo por mim e eu pelos vistos não fiz (nem faço) nada por eles. Para além de que quem faz não atira à cara que o faz... 
A minha paciência para cenas há muito que terminou. Detesto que me digam coisas e depois dizem outras. Eu também não gosto de muita coisa do que ouço e vejo e aguento - não gostei do que me disseste ponto. Respeito, aquilo que dizem que eu não faço nem me dou a tal. Serei uma pessoa tão assim desprezível? Quando interessa sabem vir cá... 
Estarei para ver daqui a uns dias. O que preciso mal ou bem poderei fazer...o quarto alugado poderá ser uma realidade. Não sei se irão gostar... a casa está a deixar de ser (o que ainda restava) de home sweet home...



É triste uma pessoa vir feliz e chegar a casa (para onde não queria vir admita-se) e ficar chateada, triste, nervosa e sei lá que mais.