18 de julho de 2017

Trabalho novo

Depois daquele início de semana que me deitou abaixo, com o falecimento do meu avó, após o funeral recebi uma chamada para uma entrevista ainda no próprio dia e lá fui eu. Fizeram-me uma proposta, na minha área, onde podia ainda aprender algumas vertentes nas quais não tenho experiência. Queriam que voltasse no dia a seguir para experimentar, ver se me dava bem com o trabalho e o trabalho comigo. Pois voltei e nunca mais saí. Disse adeus ao outro trabalho que me deixava de rastos com as viagens, este ao menos deixa-me de rastos mas é na minha área, estou a trabalhar para o que estudei. Está a fazer quatro anos que terminei a licenciatura e agora sim posso dizer que estou a trabalhar na área! Não é nada fixo, permanente, é apenas por uns meses, contudo é bom voltar aquela área. 

Acho que estava meia anestesiada dos acontecimentos porque o nervosismo ficou meio de lado.  A sra dra da entrevista até disse que eu era extrovertida (devia estar mesmo mal!). No entanto agarrei a oportunidade com todas as minhas forças. Era isto que eu precisava, uma oportunidade! Que alguém me desse uma oportunidade. 

Estou já há duas semanas a trabalhar oficialmente lá, duas semanas que penso estarem a correr bem. Ainda não me aventurei pelas outras vertentes, o horário não facilita também, contudo quero primeiro ambientar-me completamente ao trabalho que estou a fazer e depois aprender o restante (pelo menos assim espero). 

16 de julho de 2017

Escrever com alma

Tenho tanto que escrever. Tenho de me sentar e escrever, por a minha alma em palavras.

15 de julho de 2017

Livros a voar

Resolvi vender os meus livros. Preciso de juntar dinheiro para um up na minha vida. Novos objectivos. Por isso aquela mini mini mini biblioteca vai ficar mais pequena, se possível praticamente vazia. Ontem voaram três. Espero que voem mais...porque há novas batalhas a enfrentar. 

(Se alguém que passe por aqui quiser alguns livros é só contactar! Tenho muitos, diferentes géneros...) 

Porque gosto...porque me faz lembrar de ti, de nós...


25 de junho de 2017

Hoje

Hoje foi o teu último dia. Hoje foi quando deste o teu último suspiro. Hoje foi quando o teu último "ai" deve ter sido um sussurro.
Fui a última pessoa a ver-te. Fui a última a dar - te um beijo. Hoje deixaste - me. Deixas-me fisicamente porque psicologicamente já me tinhas deixado há muito. Poucas vezes voltei a ser a Inês, a tua netinha. Das últimas vezes fui uma tal de Clara e depois uma Rosário. Encontraste o sossego que não tiveste nestes últimos anos. Assim o espero.
Já todos estávamos à espera deste desfecho, já chorei tanto da última vez que estive contigo no hospital e o médico me disse que a situação era muito muito grave. Hoje terminou a tua luta.

A partir de hoje mais uma estrela está no céu. A olhar por mim. A ter orgulho em mim espero.

Até sempre Sr. Eduardo

22 de junho de 2017

Trabalho

Sempre fiz o meu trabalho o melhor que sei e da melhor forma para todos. Por isso é que esta semana fiquei fora de casa a semana toda...Para além de não ficar como um zombie, sei que o facto de estar mais presente ajuda as restantes pessoas no trabalho. No entanto é cada facada que as vezes levo. Hoje foi um dia desses..
Sirvo para fazer as férias de umas mas não sirvo para fazer as férias de outras. Por acaso achava que até tinham alguma consideração por mim mas afinal não. Sou mesmo uma tapa buracos (alguns,  não podem ser os buracos na área onde estudei senão devo ficar muito convencida).
Já passam mais de dois anos a trabalhar para eles e a situação mantém-se. E sei que infelizmente a prejudicada sou apenas eu. Viagens e mais viagens. Sempre trabalho diferente. E contam sempre comigo para tudo menos para trabalhar na área onde estudei (que tinham oportunidade para me por a fazer). É triste. Não sei onde isto me vai levar, não sei bem o que fazer também. Só sei que hoje fiz a viagem trabalho-"casa" em silêncio, com lágrimas nos olhos, porque me sinto completamente em baixo.  Parecem que gozam comigo.
Precisava de outro trabalho, e vou procurando é certo, só que depois não tenho retorno aos poucos anúncios que respondo, mas ao mesmo tempo não quero sair deste sem uma segurança. Não sei. Eu penso e divago e fico triste e choro mas não sei que fazer.

19 de junho de 2017

Fora uma semana

O pior de estar longe de casa, é estar num sitio sozinha. Já há algum tempo que não ficava fora em trabalho, tenho ido e vindo muitas vezes e esta semana fui eu que sugeri que ficasse fora, mas apenas para não andar tipo zombie como andei há uns tempos atrás. Esta semana vai ser toda fora, chegar a "casa" e não ter ninguém, simplesmente ligar a TV para ter algum barulho de fundo.

Pode parecer parvo no entanto gosto de ouvir barulho numa casa.