18 de maio de 2017

Sensações

Tenho a sensação que me vão mandar embora do trabalho. Não sei bem dizer porquê ou melhor sei dizer alguns aspectos que não me parecem bem. O facto de porem uma rapariga nova em formação a aprender parte do que eu faço é uma das razões; o facto de ainda não ter percebido o que ela realmente vai fazer é outra. Pressionei de certa forma para ter um contrato, não o obtive, apenas a promessa de o ter, mas de promessas está o mundo do trabalho cheio. Também não sei até que ponto é que acredito nessa promessa é a verdade. Existe ainda o facto de dar despesa, o que pagam é mais do que irão pagar à rapariga nova que até pode fazer bem o que eu faço. São apenas factos e algumas suposições...
Não é fácil dizer qual o meu trabalho, faço tanta coisa...sei um pouco de tudo acabando por safar várias vezes o trabalho...sei que não sou indispensável, ninguém o é, só que a verdade é que não têm lá muita gente que faça o que eu faço. Não sei...se calhar estou a ver coisas onde elas não existem. Mas a verdade é que me ando a sentir de certa forma posta de lado e a ser "testada".

Tenho de aguardar a ver o que o futuro me reserva. Não estou contente com o trabalho que tenho devido a alguma instabilidade e desorganização, ando à procura de outra coisa, seja na área (onde quase já desisti) ou não, contudo neste momento é o que tenho e não desgosto de fazer certas tarefas...

Logo vejo. 

15 de maio de 2017

O Código de Da Vinci de Dan Brown

Uma história cativante, que envolve o leitor em descobertas fantásticas. É assim a viagem pelo Código, pelo mundo das artes e da simbologia. 


Resultado de imagem para codigo da vinci livroJá tinha lido o Código de Da Vinci uma vez, penso que na altura ada febre destes livros e a verdade é que gostei, li-o rapidamente. Ao relê-lo lembrei-me, novamente, do porquê de ter gostado. 

Jacques Sauniere, director do Museu do Louvre, e Grão Mestre do Priorado do Sião, é assassinado em pleno museu. Para que a família não se perca "encena" uma imagem icónica de Da Vinci chamando à investigação a neta Sophie e o simbologista Robert Langdom. O que para Sauniere é uma forma de "contar" um segredo de família bem escondido, tanto para Sophie com o para Lanbgdom, é também uma forma de perpetuar a história do Priorado do Sião, organização da qual Sauniera era Grão Mestre. Uma cruzada entre França e Inglaterra que termina na Irlanda com Opus Dei e Vaticano metidos ao barulho. 

Um livro polémico que se lê de forma bastante fluída, sem grandes "floreados" na própria escrita. Tão surpreendente que já foi adaptado ao cinema.
Um livro que nos leva a pensar na arte de maneira mais profunda e não apenas como um mero objecto decorativo.

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11 de maio de 2017

Figuras de uma neta

Ontem sai do trabalho a correr (quando preciso de sair cedo nunca saio), fui à loja naquela de "se estiver aberto está se não estiver fica para outro dia". Estava aberta, fechava às 19h, entrei às 18h59. O que quer, que tipo...vê um, vê outro, vai este. Tem multibanco? Não. Toca de ir levantar dinheiro. Volta, paga, não há saco para levar, tenho de ir pelo metro de andarilho na mão. O gajinho da loja diz que as pessoas vão achar estranho ir com um andarilho na mão e andar tão bem mas que pelo menos ninguém se metia comigo.
Saio da loja, vou pela rua até ao metro alguns olhares. Desço para a estação de metro pelas escadas rolantes mais olhares. Dentro do metro e dentro do autocarro mais alguns olhares. As pessoas gostam mesmo de olhar!

2 de maio de 2017

Escrita em falta

Tanto que escrever, coisas a acontecer e eu sem vontade de me sentar em frente ao computador.
Tenho duas opiniões de livros escritas num caderno prontas a passar para este cantinho, uma opinião por escrever e um livro a acabar. Tenho desabafos a fazer, coisas em que pensar.

Este meu mundo anda meio abandonado, não é por mal. É o cansaço. Escrever no telemóvel não me parece igual. Terei mesmo de me sentar, tranquila, ligar o computador e simplesmente escrever.

27 de abril de 2017

Tolerância para alguns

Num país maioritariamente católico o Estado decide dar tolerância de ponte no dia 12 de Maio porque o Papa vem a Portugal.
Dado isto existem várias questões que se levantam e mereciam uma resposta"
* Apenas os trabalhadores públicos católicos terão direito à tolerância de ponte?
* Os trabalhadores privados não podem exprimir a sua religião tendo também direito à tolerância?
* Porque, num país ainda em dificuldades, vão pagar um dia sem que as pessoas estejam verdadeiramente a trabalhar?
* Quantos dos que vão usufruir da tolerância é que realmente vão a Fátima ver o Papa? Não irão precisar de fazer prova digo eu.

Até percebo a tolerância dada a importância do evento, contudo não é nada justa..existem muitas variantes.
E ainda pergunto, aqueles que puseram férias no dia 12 ou nessa semana com o intuito de ver o Papa, já que já se sabia há muito tempo da sua visita (esses sim católicos ou não, pessoas que querem ver o Papa), terão direito a trocar para usufruir da tolerância? Não me parece..

Estas tolerâncias e esta forma de trabalhar não abona nada a favor da entidade patronal...Neste caso o Estado.