30 de maio de 2015
It's amazing!
28 de maio de 2015
A dose de calmante num abraço
Não consigo escrever, não sei o que escrever mas apetece - me escrever. Precisava de um abraço forte como em tempos tive. Daqueles que me faziam esquecer as preocupações, as chatices, as merdas que se passam na minha vida. Que me conseguiam por a rir no meio de lágrimas. Aquele abraço que fica até nos sentirmos com força de largar. Força que me começa a faltar. Juntamente com paciência.
Não sei o que escrever, sei que já o disse, só que escrever mesmo que sem grande lógica acalma - me. E é isso que preciso, acalmar - me, pensar que as coisas vão melhorar e que não vai ser preciso rachar a cabeça a alguém para fazer entender certas coisas.
Está quase a fazer dois meses que estou no novo trabalho. Tenho de encontrar formas de mostrar mais iniciativa e interesse (nunca fui muito boa nisso). Mas de resto acho que está a correr bem, dentro do possível.
Dizem a que noite é boa conselheira. E costumo gostar da noite mas ultimamente há insónias, há preocupações que não devia ter...vou tentar dormir. Que amanhã já não sinta a falta do abraço.
(A quem ler a confusão que escrevi desculpem. Não é um post com lógica. Foi simplesmente para tentar acalmar a alma.)
23 de maio de 2015
Publicidade tecnológica
Vi agora uma publicidade da Fnac e só penso que estamos numa era muito estranha. A publicidade mostra uma criança com o pai que não deverá ter mais de 7, 8 anos naquela linda idade dos porquês e o pai não sabe responder. Qual é a solução que encontra? Dar à miúda um tablet porque assim encontrará todas respostas.
Sendo que a Fnac não é só tecnologia, podiam ter feito uma publicidade diferente. Dar um livro à miúda e um tablet ao pai por exemplo.
Percebo que um smartphone, um tablet ou um computador sejam importantes para quem necessita verdadeiramente deles. No entanto uma criança na primária (apesar de muitos deles saberem mexer melhor do que os pais) não precisa de um tablet. Um livro terá um efeito similar e muito mais educativo na minha opinião. Depois queixam - se que só estão à frente do computador ou da televisão e que não sabem brincar nem usar a imaginação.
Procura-se Diamante para Relacionamento Sério

Leituras
22 de maio de 2015
Não ao francês
21 de maio de 2015
O que fazer?
Vou no comboio em viagem e ponho-me a ler o livro que comecei no domingo. Pensei que ainda durava para o resto da semana. Conclusão: nem metade da viagem durou.
Agora não tenho nem livro nem tv (porque a dita resolveu não funcionar direito). O que fazer?
Como é que vou passar a viagem de comboio de amanhã?
Quando devo trazer um livro extra não trago...
17 de maio de 2015
Ficção #2
16 de maio de 2015
Ainda vais ser minha!
14 de maio de 2015
Because I'm happy
Ver o email e ter uma resposta que pensava eu que já não iria ter e ainda por cima positiva. O que é que isto faz? Eu no metro a rir - me toda contente para o telemóvel :)
Fiquei mesmo contente! Haja tempo, vontade e inspiração!!
13 de maio de 2015
Pergunta parva
Pois bem ainda na onda do vídeo que vi ontem, fica a pergunta para quem quiser responder:
Para onde olham quando estão a ver um vídeo, espectáculo ou programa de dança? Quando as pessoas estão mesmo a dançar? É para o conjunto da imagem, para os corpos, caras, pés, pernas? Sei que é uma pergunta parva mas queria ver se não sou só eu que tenho uma maneira diferente de ver a dança.
12 de maio de 2015
Falta de par mas com vontade
Aqui a je foi ver uns vídeos de dança do programa que não vi. Um dos vídeos foi o de kizomba e fiquei cheia de vontade de dançar, daquela forma, com alguém com tanto jeito de preferência e que saiba ensinar já agora. Uma pessoa tem que saber pedir não é?
Falta o par e algumas (muitas) aulas para chegar ao nível do que vi...mas há vontade.
10 de maio de 2015
8 de maio de 2015
Home is best
Chegar a casa e ter quatro postais à minha espera que foram chegando durante a semana :)
Durante a semana passada em que estive em casa não recebi nenhum. Mas foi muito bom este mimo, ainda por cima são todos giros.
Um dos postais que recebi dizia "East or West, home is best". Não conhecia a expressão mas fez tanto sentido!!
7 de maio de 2015
Até amanhã, se Deus quiser
Ao tempo que já ouvia isto do "se Deus quiser" sem ser da boca da minha avó. Nunca vi a senhora que disse, mas para ser educada cumprimentei - a e despedi - me dela, a resposta foi o título do post. Sai do elevador a rir - me porque desde que o meu coração e a restante corpo queiram irei levantar - me para mais um dia...sem que Deus tenha muito a ver com isso.
Enviado por telemóvel
5 de maio de 2015
A cair
As lágrimas andam a cair facilmente. Eu que nunca fui de chorar facilmente, agora qualquer coisa me coloca lágrimas no rosto.
O facto do meu avô estar como está e sempre que vou visitá - lo alguém lhe pergunta se se lembra de mim e a resposta é sempre a mesma - um encolher de ombros e lágrimas no rosto dele. Se realmente me reconhece ou não penso que dificilmente saberei...
O facto de ter tirado um curso para nada, dinheiro investido, paciência, estudo, dias perdidos...
O facto deste novo trabalho me levar, mesmo que por breves dias, para longe, sem ter ninguém que conheça e onde me sinto sozinha...
O facto de parecer não ter amigos. Eu sei que os tenho, poucos é certo, mas tenho. E também sei que se precisar eles vão estar lá para mim, para me tentar animar, para que eu fique bem. Porém por vezes sinto-me sem amigos...
O facto de me sentir sozinha. Penso que de todas as razões é a principal...sentir - me sozinha mesmo no meio de uma montanha de gente.
Isto leva a que coloque na maioria das vezes a minha "poker face" e ninguém percebe como me sinto. Sorrio para todos, falo normalmente. Mostro o meu lado mais forte, porque mostrar as fraquezas não faz parte de mim. O problema é que cada vez se tem tornado mais difícil...o lado forte tem enfraquecido.
A solidão está cá. Não sei acabar com ela. Parece que poucos me compreendem, que sou uma espécie rara que por aqui anda.
A fortaleza começa a desmoronar - se.
4 de maio de 2015
A ti P.
2 de maio de 2015
Estranho
Ver pessoas "conhecidas" que via quase diariamente no tempo da outra senhora e perceber que estão tão diferentes.
O tempo passa por todos...
Enviado por telemóvel