27 de abril de 2017

Tolerância para alguns

Num país maioritariamente católico o Estado decide dar tolerância de ponte no dia 12 de Maio porque o Papa vem a Portugal.
Dado isto existem várias questões que se levantam e mereciam uma resposta"
* Apenas os trabalhadores públicos católicos terão direito à tolerância de ponte?
* Os trabalhadores privados não podem exprimir a sua religião tendo também direito à tolerância?
* Porque, num país ainda em dificuldades, vão pagar um dia sem que as pessoas estejam verdadeiramente a trabalhar?
* Quantos dos que vão usufruir da tolerância é que realmente vão a Fátima ver o Papa? Não irão precisar de fazer prova digo eu.

Até percebo a tolerância dada a importância do evento, contudo não é nada justa..existem muitas variantes.
E ainda pergunto, aqueles que puseram férias no dia 12 ou nessa semana com o intuito de ver o Papa, já que já se sabia há muito tempo da sua visita (esses sim católicos ou não, pessoas que querem ver o Papa), terão direito a trocar para usufruir da tolerância? Não me parece..

Estas tolerâncias e esta forma de trabalhar não abona nada a favor da entidade patronal...Neste caso o Estado. 

6 de abril de 2017

A fazerem de mim burra

As pessoas pensam que são muito espertas e que fazem os outros de burros, o problema é que as coisas se descobrem. E fica mal da parte de quem é fazer o que faz..tenho pena, pena que a sorte não seja para todos.

4 de abril de 2017

Que dizer?

Quando estás a ler o livro da imagem e te perguntam sobre o que é... Humm o que responder? Isto quando não conhecemos propriamente a pessoa que pergunta.

30 de março de 2017

Raios para a aplicação

Tenho o feedly no meu telemóvel, uso-o para ler os posts dos blogs que normalmente sigo, no entanto há uns dias que o dito cujo não tem funcionando bem. Primeiro não abria, ficava ali a pensar imenso tempo, agora abre a aplicação mas não me deixa abrir os posts para ler. E com isto tenho 100 posts para por a leitura em dia!

Ainda vou ter de arranjar outra aplicação para seguir os blogs.

11 de março de 2017

Nem...nem...

O Estado criou uma iniciativa para os jovens que não estudam nem trabalham. Esta iniciativa permite aos jovens terem um "rendimento"/apoio mensal para criarem o seu próprio negócio. 
Não é o que seja uma má iniciativa no entanto há jovens que trabalham e/ou estudam e que até gostariam de criar um negócio, mesmo como complemento do que fazem actualmente. Muitos destes jovens, eu incluída, não se dedicam a estes possíveis negócios, em grande parte, por falta de capital para investir. Eu sei que do pouco muitas vezes se faz muito porém é sempre um risco o abrir um negócio do nada, quando existe uma conta limitada, bem limitada, onde os tostões são contados até ao último cêntimo. 
O Estado podia ajudar as pessoas (todas, jovens, com mais idade, que trabalhem ou não) que gostariam de abrir um negócio de forma mais ágil. Não estamos a falar apenas de dinheiro, a ajuda pode ser de outras formas também - workshops, formações, acessos a empréstimos ou outras facilidades para construir o negócio. Os negócios, por pequenos que sejam, são sempre potenciadores de economia e quem sabe não poderão crescer?!
OS jovens, quem diz jovens diz desempregados, etc, quem não faz nada no verdadeiro sentido da palavra , precisam de uma "ocupação". Mas será a darem-lhes cerca de 700€ mensais que vão conseguir estar ocupados? E se o negócio apenas "render" enquanto estiverem a ser injectados aqueles 700€? 

Resultado de imagem para nem nem

Será que valerá a pena ser nem nem? É que começo a pensar que sim. Se eu que trabalho (não na área em que estudei mas há contas para pagar e não consigo ficar sem fazer nada) não tenho tempo nem capital para investir num negócio (que seria um mini-negócio inicialmente, tornar um hobby numa possibilidade talvez semi-lucrativa) poderei deixar de trabalhar e receber apoio para colocar a ideia a funcionar? A questão é um bocado assim...bem sei que devem existir regras (espero que existam), o acesso não deve, nem pode, ser ilimitado, digo eu. 
Divagações minhas...não sei...estou nem nem... 

8 de março de 2017

Momento fofo do dia

Ver um senhor já dos seus sessenta, sedenta anos ir comprar um vaso de orquídeas para oferecer à esposa por ser o Dia da Mulher.