17 de fevereiro de 2017

Logo pela manhã

À sra que estava com muita pressa logo pela manhã quando eu estava no multibanco a fazer uma transferência, que bufava por todos os lados e que chamava por Nossa Sra, foi muito bem feito querer levantar dinheiro e a máquina não dar!

13 de fevereiro de 2017

A vencedora

Dizem que foi esta a foto vencedora do World Press Photo. Dizem que o presidente do concurso votou contra. É uma decisão polémica. A afirmação do acto, um jaz deitado, o outro marca a sua posição. Uma foto de todo marcante, mas não generalizará a morte? O acto de tirar a vida a alguém?

9 de fevereiro de 2017

Quem é o pai da criança?

Nesta semana, li a notícia que os casos de filhos de pais incógnitos tinham aumentado. Pensava eu que isto era uma prática recorrente de tempos passados, mas pelos vistos não.

Diz a notícia que existiram 837 casos de filhos de pais incógnitos no ano passado, quase o dobro do que em 2015. E que nestes casos, cabe ao Ministério Público averiguar a paternidade da criança. No entanto tenho algumas questões/dúvidas quanto a conseguirem descobrir quem é o pai da criança em certos, senão na maioria dos casos. Acredito que hoje em dia não se diga quem é o pai pelas mesmas razões que no passado – o ter um filho de um homem casado era um escândalo! A verdade é que o mundo mudou, o tempo passa, as mentalidades e culturas evoluem (a maioria, diria que hoje em dia há um caso muito específico que parece que em vez de evoluir regrediu). Existem mulheres que optam por serem mães sozinhas (o termo solteira não me parece adequado) e, se recorrerem a um banco de esperma, realmente não sabem quem é o pai. E existirão de facto crianças, que abandonadas, não sabem mesmo quem são os pais.

É um tema de certa forma interessante e triste em simultâneo. Conhecer o nome dos progenitores mesmo que não haja interacção com eles é um direito, penso eu. A pessoa tem de conhecer as suas raízes, faz parte da sua história de vida, não precisando de se enraizar na mesma. Por outro lado penso no que leva uma mulher a registar uma criança sem fornecer o nome do pai. Que motivos levam a isso? Problemas com o homem em questão, o homem não quer assumir a paternidade, não sabem mesmo quem é o pai? E de que forma essa falta de informação poderá afectar a criança no seu crescimento e mesmo enquanto adulta?


Quer queiramos quer não, todos temos coisas dos nossos pais, quanto mais não seja a herança genética. 

8 de fevereiro de 2017

Work work work

No trabalho não há organização. É só mandar e o resto a pessoa que se amanhe. Hoje foi mais uma prova disso. Nem mesmo por ter falado com a pessoa responsável ontem ao final da tarde, mudando - me os planos todos feitos na sexta, houve uma luz naquela cabeça lembrando - se que não havia carro para mim.

Eu pergunto as coisas, ficam chateados comigo. Tento organizar o trabalho, facilitando todos, a mim incluída, e parece que só faço mal. Não entendo.

Juro que as vezes não percebo porque continuo neste trabalho...

25 de janeiro de 2017

Trabalhos e oportunidades

Fui tranquila talvez por saber que é grande a probabilidade de não dar em nada. Não estou a ser pessimista, apenas realista...procuram alguém com experiência, coisa que me falta. Falta aquela oportunidade dada por alguém em que eu possa aprender, ganhar experiência...hoje em dia é difícil darem. No entanto lá fui eu, hoje de manhã, tentar a sorte. Fui chamada já não é mau, penso eu. Estarei a pensar pequenino? Talvez. Não tenho grandes expectativas de ser contactada pelas razões que já disse; se o for vai ser uma boa surpresa.
No trabalho lá vou andando em viagens. Ando cansada; mais pelas viagens do que pelo próprio trabalho, já que não tenho feito grande coisa. Quase que já não sei o que é dormir na minha cama. Parece que me tomaram como garantida. Neste momento é o que tenho, é essa a verdade. Tenho visto anúncios mas nada que me pareça muito melhor e por isso vou - me deixando estar.

A minha vida profissional precisava de uns abanões, algo que me levasse para melhor. Uma boa oportunidade de trabalho era isso..

Diz que é moda

15 de janeiro de 2017

Sábado diferente

Ainda em Dezembro resolvi inscrever - me num espécie de venda de garagem. Tenho imensa coisa em casa que poderia vender e a minha mãe também tinha umas coisas antigas que não queria pelo que se juntou as duas coisas.
Ontem foi o dia dessa feira de "usados". Se eu pensava que levava muita coisa ao sair de casa, quando cheguei lá percebi que não levava nada comparado com os outros vendedores. Vendi umas coisinhas, nada de especial. A verdade é que também não sabia muito bem como iam ser as coisas, não levei nada organizado, nem tinha pensado muito bem no preço do que levava (que rica vendedora!). Deu para ganhar uns trocos..
Para o próximo mês vai existir outra. Estou a pensar inscrever - me novamente, mas caso vá levarei as coisas mais organizadas e mais alguma tralha que anda casa.

Notas da feira:
* eu tenho mesmo muitos livros!
* tenho de ter mais método nas vendas
* não fiz nenhuma compra, ia mesmo com o objectivo de vender apenas

Acho que correu bem, apesar de tudo!