10 de dezembro de 2016

Treta de vida

Fazes asneira e ao mesmo tempo não fazes asneira. Fazes o que tinhas dito e mesmo assim ficam chateados contigo. Acaba por ficar tudo chateado comigo,  seja de um lado seja do outro, e eu volto a sentir-me sozinha. 
Agora sei que tenho sono, sei que preciso dormir, tenho os olhos cansados, mas aqui estou eu sem dormir e sem o conseguir fazer. Preocupada, a matutar, a fazer filmes, porque sei que estão chateados comigo. Sinto-me um extraterrestre que faz coisas do outro mundo e que ninguém percebe e a acrescentar ninguém me percebe. Treta...

9 de dezembro de 2016

Lion - A Longa Estrada para Casa

Desde que vi o trailler para este filme fiquei interessada em vê-lo. Pelo que vi parecia uma história interessante, com "vida", com história, o que me agrada imenso num filme. 
Consegui bilhetes para a antestreia e lá fui eu bem acompanhada pelo moçoilo. Bem, que filme! Gostei mesmo do filme! Quem quiser uma história de vida (s) tem em Lion um filme a não perder. 
Saroo, uma pequena criança indiana,  perde - se da família. Passados uns tempos, é adoptada por uma família australiana e passados quase 25 anos tenta encontrar aqueles de quem se perdeu.

A adopção é um tema "fascinante" (à falta de melhor palavra). A adaptação de uma criança a um lar desconhecido,  o aceitar a criança como sua por parte dos pais e família, e neste caso mais a diferença cultural.
Um óptimo filme a ver por quem gosta de história reais.

6 de dezembro de 2016

Coisas de gaja II

Gosto de vernizes. Acho que umas unhas bem pintadas fica sempre bem e se o trabalho permitir melhor ainda. No entanto tenho sempre um problema, não tenho paciência para depois de pintar ficar uma tarde inteira sem fazer nada.. sim, porque por algum tempo que espere nunca é o suficiente para secar. 
Será que aquelas maquinetas tipo das unhas de gel funcionam para os vernizes normais? E se funcionarem será que funcionam comigo? Algo a pesquisar sem dúvida..

28 de novembro de 2016

Os não planos

Não posso fazer planos. Nunca correm como planeado. Vou deixar-me disso e deixo ir, ao ritmo da vida, do que acontece, ao meu ritmo e ao ritmo dos outros. 
Não posso fazer planos, eles saem furados. Furados não, eles não acontecem como era suposto. Nem de perto nem de longe..

Portanto nada de fazer planos. A partir de agora é os não planos que vão resultar!

25 de novembro de 2016

Começar o dia..

Começar o dia como uma sardinha em lata literalmente. Nem cair conseguia porque estava "segura" pelas outras pessoas.
Parabéns administração da Metro Porto, sempre no seu melhor!!

13 de novembro de 2016

Os Adivinhos de Libba Bray

Já não comprava livros novos há muito tempo, tenho muitos, na minha estante que não é estante, ainda por ler.  No entanto quando vi este livro a 5€ no Continente não resisti e assim que terminei o livro Xeque ao Rei comecei com Os Adivinhos de Libba Bray. E ainda bem que o fiz! 

Resultado de imagem para os adivinhosOs Adivinhos foi um livro que me deu um gosto imenso ler, fiquei completamente presa do início ao fim. O livro leva-nos para os belos e loucos anos 20, onde ficamos a conhecer uma Evie, inocente e ao mesmo tempo saída da casca, de quem aprendemos a gostar. Evie é a típica rapariga da terra que quer fugir para a grande cidade, não que seja bem atrás dos seus sonhos mas à procura de mais emoção, novas aventuras na vida dela. Devido a um "incidente" relacionado com um dom que tem, é recambiada (e com muito gosto da parte de Evie) para Nova Iorque, para casa do tio solteiro, curador do Museu Americano de Folclore, Superstição e Ocultismo, ou Museu dos Arrepios como todos o conhecem. 
O tio, Will, é chamado para ajudar de certa forma a polícia quando uma rapariga aparece morta com um estranho símbolo gravado na testa. Evie "cola-se" ao tio para desta forma ter uma aventura como sempre quis, não imaginando no que poderá acontecer. O dom que a colocou em sarilhos na terrinha acaba por ajudar e ser essencial nesta investigação de sucessivos e intrigantes homicídios. 
Entre a investigação dos homicídios e as aventuras pelos bares clandestinos de Jazz descobrimos outros mistérios de personagens que nos fazem querer chegar ao fim do livro rapidamente para percebermos tudo. 

Pessoalmente cheguei ao fim e queria mais. Existem mistérios por desvendar. Personagens de quem queremos saber mais. E descobrir o que está a chegar e para que servirão os Adivinhos. 

Pelo que pesquisei existe já o segundo livro em inglês. Em Portugal não sei se existirá tradução e a existir quando sairá, mas que gostava de ler a sequela gostava. Pode ser que a Leya faça uma surpresa.