Ir duas vezes numa semana a uma igreja/capela e assistir a uma missa quando já não o fazia há imenso tempo é obra. E a semana ainda não acabou...
Valha - me Deus.
Ir duas vezes numa semana a uma igreja/capela e assistir a uma missa quando já não o fazia há imenso tempo é obra. E a semana ainda não acabou...
Valha - me Deus.
Uns sapatos para o lixo e nenhum tropeçar (com e sem saltos). Esta foi a parte boa, a parte má foi sentir - me alone no meio de tanta gente. Devo ser mesmo uma alma velha porque dei - me melhor com pessoas mais velhas do que com pessoas da minha idade (não que fossem muitas, mas sentia que não tinha grande coisa em comum com os mais jovens, se bem que também não tinha grande coisa em comum com os mais velhos)...alguém que me entenda porque começo a não me perceber.
Não consigo escrever, não sei o que escrever mas apetece - me escrever. Precisava de um abraço forte como em tempos tive. Daqueles que me faziam esquecer as preocupações, as chatices, as merdas que se passam na minha vida. Que me conseguiam por a rir no meio de lágrimas. Aquele abraço que fica até nos sentirmos com força de largar. Força que me começa a faltar. Juntamente com paciência.
Não sei o que escrever, sei que já o disse, só que escrever mesmo que sem grande lógica acalma - me. E é isso que preciso, acalmar - me, pensar que as coisas vão melhorar e que não vai ser preciso rachar a cabeça a alguém para fazer entender certas coisas.
Está quase a fazer dois meses que estou no novo trabalho. Tenho de encontrar formas de mostrar mais iniciativa e interesse (nunca fui muito boa nisso). Mas de resto acho que está a correr bem, dentro do possível.
Dizem a que noite é boa conselheira. E costumo gostar da noite mas ultimamente há insónias, há preocupações que não devia ter...vou tentar dormir. Que amanhã já não sinta a falta do abraço.
(A quem ler a confusão que escrevi desculpem. Não é um post com lógica. Foi simplesmente para tentar acalmar a alma.)
Vi agora uma publicidade da Fnac e só penso que estamos numa era muito estranha. A publicidade mostra uma criança com o pai que não deverá ter mais de 7, 8 anos naquela linda idade dos porquês e o pai não sabe responder. Qual é a solução que encontra? Dar à miúda um tablet porque assim encontrará todas respostas.
Sendo que a Fnac não é só tecnologia, podiam ter feito uma publicidade diferente. Dar um livro à miúda e um tablet ao pai por exemplo.
Percebo que um smartphone, um tablet ou um computador sejam importantes para quem necessita verdadeiramente deles. No entanto uma criança na primária (apesar de muitos deles saberem mexer melhor do que os pais) não precisa de um tablet. Um livro terá um efeito similar e muito mais educativo na minha opinião. Depois queixam - se que só estão à frente do computador ou da televisão e que não sabem brincar nem usar a imaginação.
