30 de janeiro de 2015

Conhecer os amigos

Fico contente por saber que conheço os meus amigos, mesmo quando não estou com eles há algum tempo. Passando a explicar: 

Tenho um amigo que me queria contar uma coisa para que eu não soubesse posteriormente por outras pessoas. Disse-me que tinha a ver com o que iria fazer daqui para a frente, com a vida dele. Passou-me algo pela cabeça, mas não lhe disse o quê. Se fazia questão de me contar, iria deixá-lo fazer. 
Curiosa, lá fomos tentando conciliar disponibilidades para nos encontrar. Hoje foi esse dia. E passei a saber que a primeira coisa que me passou pela cabeça estava mais que correcta.
Fico contente pela decisão que tomou. Não a tomaria para mim (não aquela que não dá para mim, mas uma semelhante), mas vejo aquela decisão "encaixar-se" perfeitamente nele. 

(E pronto, é por estas e por outras, que por vezes penso que tirei o curso errado...psicologia talvez fosse mais adequado.)

29 de janeiro de 2015

Surpresas e surpresas

Não sou de surpresas. Por serem coisas que saem do meu controlo fico sempre receosa do que possa acontecer porque penso logo em coisas gigantescas tipo festas e afins... 
No entanto hoje ao chegar a casa do trabalho tinha uma surpresa: um postal. De quem foi a Espanha e se lembrou de me mandar um postal. Esqueci logo o raio do trabalho :) 

É deste tipo de surpresas que gosto. Coisas simples mas que podem fazer a diferença no dia de alguém. 

26 de janeiro de 2015

O segundo chinês

Na semana passada (sexta) recebi este postal da China: 


O edifício é um igreja. Pelo que se consegue ver algo diferente das nossas, pelo menos das que eu vejo. Gostei muito. Foi um postal que demorou quase um mês a chegar, mas o importante é que chegou :) 

Que venham mais! 

Entretanto hoje chegou um postal que tinha enviado à República Checa. Já posso enviar mais um postal eheh 

Infância diferente

A propósito do Fenómeno Violetta (nem sei se assim está bem escrito), queridos pais e mães eu sei que gostam muito de ver o sorriso no rosto dos vossos filhos. Mas gastar 150€ em bilhetes (fora comboio) para satisfazer os meninos? Estou triste, os meus pais nunca me levaram a um concerto assim para o grande, o mais "próximo" foi ver os Anjos ou Santamaria na festa da terra, por exemplo. E o sorriso estava lá na mesma, era toda a noite no bailarico (hoje em dia já não é assim). 

Agora queridos pais e mães que levaram os pequeninos ao concerto, aqui a Inês gostava muito de ir ver os Maroon 5 em Junho. Acreditem que o sorriso será ainda maior do que o das vossas criancinhas, já que na minha infância não existiu nada de Meo Arenas ou Coliseus...não é que tenha tido uma infância triste (foi bem feliz até) mas acho que as prioridades eram outras. 
Não sei se hoje em dia as prioridades mudaram assim tanto, especialmente estando o país em crise ou dizem que está (para mim está), mas o facto de darem um belo orçamento apenas para duas horas (estou a dizer à sorte) faz-me confusão. Não é que não mereçam nem devam fazer, cada um sabe de si, mas com esse dinheiro já têm os livros escolares novos do próximo ano escolar por exemplo. Espero sinceramente que todos os que compraram bilhetes e assistiram ao concerto tivessem possibilidades para gastar esse dinheiro...

25 de janeiro de 2015

Portei - me bem

Portar - me bem é ir ao Continente, saber que tem bons livros com 50% de desconto e não trazer nenhum.

É isto.

Enviado por telemóvel

24 de janeiro de 2015

Sempre a mesma coisa

Desde que me licenciei, consulto muitas vezes o Diário da República para o caso se surgir algum concurso público na minha área. Muito de vez em quando aparecem (como foi o caso daquele para os Açores o ano passado) mas a maioria dos que aparecem são para quem já está na função pública o que impossibilita a candidatura, minha e de mais alguns como eu. 
Até percebo que quem já esteja na função pública deva ter alguma "prioridade" se quiser mudar de local, emprego, sei lá. O meu não perceber estende-se ao facto de depois não existirem concursos para os locais de onde saíram essas pessoas. Será que estes concursos chegam a ter candidatos? E depois os outros sítios ficam com menos uma ou duas pessoas e tudo na boa?


É que uma pessoa começa a ler "abertura de concurso público para tdt não sei onde" e fica toda contente. Há uma esperança de trabalho num sítio qualquer. Depois lê o aviso todo e cai a bomba a meio, só para detentores de contrato público (algo do género). Nesta altura apetece dizer umas quantas asneiras e mandar uns quantos senhores a certos sítios menos próprios. 

No entanto mantenho a minha postura e espero que a vida melhore. Um dia pelo menos... 

23 de janeiro de 2015

A esperança dos outros em mim

Já era para ter escrito isto quando se passou, mas como ainda foi esta semana vou a tempo. 

Avó: Vais trabalhar? 
Eu: Vou. (que remédio!)
Avó: E ainda recebes o mesmo ou já te aumentaram?
Eu: Mesma coisa. (se já tivesse tido um aumento se calhar não estava morta por sair de lá.)

Falamos um pouco do eu fazia lá e virasse ela: "Pois agora também vai ser difícil arranjares na tua área!!!"
Fiquei sem resposta. 

A sério avó??? Obrigada pela esperança num futuro melhor para mim! Não basta ver os outros a darem-se bem e eu nada, a não existirem anúncios para a área, falta de oportunidades, que há sempre alguém que ainda me deita mais para o fundo. Se a luz ao fundo do túnel existe, naquele momento apagou-se... 

Juro que por vezes tira-me a vontade de ir lá!!!