4 de agosto de 2014

Pagar ou não pagar

Porquê que para o registo temporário preciso de uma morada no país estrangeiro e no registo permanente não? Não devia ser ao contrário? Especialmente porque tendo o registo temporário apenas sou reconhecida que me formei cá (ou seja uso o nome português da profissão, não posso utilizar o inglês - isso só com o permanente). Será a diferença dos 500€ para verem o processo mais os 200€ após ter sido aprovado?  No temporário não pago. Humm se calhar é isso...mas continuo a achar que não tem lógica.

Onde vou desencantar uma morada lá?? Boa pergunta!

31 de julho de 2014

Estou pior do que pareço

Um cabeleireiro que não conheço de lado nenhum disse-me que me devia valorizar mais! 

Acho que tenho razões para ficar verdadeiramente preocupada. Eu sei que não ando nos meus melhores dias, mas pensei que não era tão evidente. A precisar de uma mudança total! 

30 de julho de 2014

Dúvida existencial

Como te vês daqui a algum tempo?? 

Hoje na entrevista o homem perguntou-me como me vejo daqui a algum tempo. Realmente fez-me uma bela pergunta. 

Não tenho resposta para esta pergunta, sei como gostaria de estar, mas como não sei se vou lá estar, não sei...

É cada figura Inês!!

Vou no metro, 8h e qualquer coisa, cheira-me a enchidos. Mas quem é que leva chouriços ou lá que era logo pela manhã? Vou a sair do metro no Estádio do Dragão e como raras vezes vou para lá dirijo-me para a porta errada, afinal as portas abrem do outro lado, se não fosse um senhor a avisar-me lá ia eu carregar no botão e nada. O senhor começou-se a rir e eu também. Pelo menos a ida para a entrevista foi divertida... 
A vir embora ainda ajudei uns espanhóis com o Andante...só não percebi porque tive de falar inglês com eles, mas ok, lá me desenrasquei, acho que me perceberam :) 

29 de julho de 2014

Curiosa com a regressão

No sábado se não me engano, no canal Bio vi um programa sobre regressão a vidas passadas de algumas pessoas, pessoas essas que queriam saber se alguém do seu presente (vida actual) estaria relacionada com o seu passado (vida anterior) ou tentarem perceber alguma característica que tinham. 
Devo dizer que fiquei fascinada. É um tema que me interessa, apesar de não saber nada sobre ele e não ter opinião formada. As pessoas, naquele programa, voltavam a uma vida passada - não a anterior pelo menos em dois casos penso eu pelos anos que mencionaram - através de hipnose e ficavam realmente emocionadas com alguns acontecimentos que retratavam. Depois de alguma pesquisa por parte do "hipnotizador", confirmava as histórias e locais retratados pelas pessoas hipnotizadas e as próprias pessoas identificavam-se com características da vida anterior. 

Não sei se isto é verdade, contudo gostava de experimentar. Um ver para crer. Seria um entender o passado para perceber o futuro (não faz muito sentido mas faz para mim). Perceber porque sou como sou, porque tenho certos gostos, sei lá...isto pensando que é verdade. Mas a acreditar nisto tenho de acreditar que somos mais do que este corpo, que existe algo em nós que pode ser transmitido. E agora colocando desta forma a frase pareço uma doida. Somos um misto de DNA e aprendizagens. Isto já tem mais lógica. Contudo há coisas que não conseguimos explicar, falo por mim que me identifiquei com uma história do programa numa coisa - pela pesquisa efectuada posteriormente, descobriu-se que o rapaz tinha sido um elemento duma tribo australiana e a resposta dele ao ver o mapa da Austrália foi que sempre teve o desejo de lá ir mas que nunca soube explicar o porquê. Eu tenho o fascínio por Itália - pela arte que lá se formou, que se pode ver, pela moda - só que não sei explicar em concreto o porquê. Gostava de passar uma temporada em Itália, ver tudo, conhecer tudo. 
A minha visita a Itália, seguindo o ponto de vista de crente em vidas passadas, seria um regressar a um local que me foi querido. Se é verdade não sei...se irei lá também não sei...mas que gostava de experimentar isto de regressar a uma vida passada gostava. Tal como gostava de experimentar uma leitura de tarot ou de búzios ou das mãos...enquanto não experimentar não sei se é verdade ou não, em que acreditar. Não que me faça diferença no dia a dia, apenas sou uma curiosa nestas coisas. 

24 de julho de 2014

Desorganização

Não sei se o problema é meu, mas não me ando a sentir bem no trabalho onde estou. Agora já estou minimamente ambientada, sei o que tenho de fazer, contudo neste momento estou a fazer um papel que nunca quis e que não era suposto fazer, pelo menos no meu entender. E aquele ambiente descontraído que me pareceu à partida é na verdade desorganizado. 
Eu já ando desorganizada das ideias e para ajudar estou num ambiente também desorganizado. Por enquanto tenho de aguentar porque não tenho mais nenhum, mas sinto-me mal. Por muito que eu queira organizar essa tarefa não me compete a mim, organizo o que tenho de organizar e pronto. 

Acho que não tenho a mania da organização, apenas gostava de ter as coisas bem delineadas, porque por muito que eu queira fazer bem o meu trabalho há coisas que não ajudam...e depois as coisas têm tendência para cair para o lados dos mais "fracos". A ver vamos... 

20 de julho de 2014

Carta a ti, meu cérebro

Querido cérebro, 

sei que já andamos juntos há muito tempo, sei como funcionas e como te esgotas por vezes. Estes "esgotamentos" têm acontecido com mais frequência nos últimos anos, talvez por força dos acontecimentos (ou falta deles). O facto do trabalho sei que é importante para ti, mas de que vale matares-te a procurar trabalhos se não te querem dar a oportunidade? Tens de te acalmar. Tens de pensar que melhores dias virão. Que tudo o que queres se vai realizar. Porque não és um desistente. Porque se não for duma maneira será de outra...o caminho nunca é a direito certo? Quantas e quantas vezes tem imensas curvas. 
Andas a pensar demasiado. Não penses ou se pensares não penses em demasia. Também não direi para seguires o teu coração, como naquelas frases bonitas, porque já se viu o resultado da coisa. Simplesmente deixa-te ir. Quando te deixas ir sabes bem que até és mais feliz. Não tens tido grandes motivos para sorrir, não andas a ter uma vida fácil e daí pensares demais, mas se não parares vais explodir. Não te quero insensível a nada. Não te quero sensível a tudo. Quero-te forte! Como sei que consegues e és. Porque se não for por um lado será por outro. Mas tu, meu caro cérebro, tens mesmo de te acalmar. 

E uma coisa te digo, se o destino existir presumo que terá alguma coisa boa programada na tua vida. Coisa essa que tem feito falta eu sei...não se tem tudo quando queremos e depois de a termos será que ainda a queremos? Esta questão fica para outro dia... 

Acalma-te. 
Não penses.
Relaxa. 
E talvez assim consigas ser um bocadinho feliz. 

Da tua Inês