21 de maio de 2014

E este tempo?

Um fim de semana em que muitos aproveitaram para irem à praia. E agora uma semana de chuva, vento e frio. Que se passou? Até custa mais a passar a tarde.
Espero que no próximo fim de semana não chova pela menos. Vou fazer voluntariado num projecto interessante e não me apetece apanhar uma molha.

Enviado por telelé

20 de maio de 2014

Que selecção é esta que vai ao Brasil?

Numa altura em que precisamos de todos no sei melhor, o Paulo Bento faz uma convocatória toda pensada ao contrário. 
Será que chamou a maioria dos jogadores que nem têm jogado ou com lesões recentes porque eles estão menos cansados? E valerá a pena apostar em jogadores sem ritmo apenas porque têm sido chamados anteriormente? 

Percebo a importância do saber jogar em conjunto, poucos são os que jogam no mesmo clube, mas os treinos pré-Mundial serviriam para isso mesmo, fomentar a confiança uns nos outros. 
Não percebo metade desta convocatória. Ponto. 

18 de maio de 2014

Incoerência de palavras

Não sei bem porque vim ao blog...porque liguei o computador a esta hora para vir propositadamente aqui. Talvez porque os meus pensamentos estavam a organizar-se em frases. O que não tem muita lógica, mas eu também não ando com muita lógica. E agora que aqui estou parece que me deu uma branca. 

Ando completamente em baixo, depressiva não será o termo correcto mas andará lá perto talvez. Sinto-me como se usasse duas máscaras, a minimamente bem disposta para os outros e a que está em baixo quando estou realmente sozinha. Não consigo perceber qual das duas será a verdadeira. 
Sinto-me um fardo. Sinto-me cansada. Sinto-me sozinha, sem ninguém, mesmo rodeada de pessoas. Sinto-me "abandonada", apesar de saber que também devo ter abandonado. Nem sei como me sinto. 
Apetece-me desistir de muita coisa. Apetece-me fugir de tudo. Apetece-me virar costas aos problemas. Não quero desiludir ninguém e mais importante não quero desiludir-me. Estou cada vez mais perdida. 
No outro dia perguntaram-me o que fazer da vida, não da minha mas da própria pessoa que perguntou. Algo difícil de responder, se não impossível, porque nem eu própria sei o que fazer da e com a minha vida. A tristeza vai entrando. E cada vez me sinto menos eu, menos bem comigo. O que fazer para mudar? Não sei. Não sei nada. 

Tudo o que estou para aqui a escrever não tem lógica. São palavras que vão surgindo, bocados de frases. Tal como estou, aos bocados. Não sei o que me reserva a vida, não sei o que espera de mim, mas eu não me sinto em condições de lutar pelo que seja. Estou cansada. Falta-me alegria. Falta-me uma luz que apareça por mais ténue que seja. 

Neste momento devo ser um misto de coisas...cansaço, desilusão, stress, solidão, fingimento com as máscaras. Como sair deste combinado? Como tornar a minha vida mais alegre? Como sobreviver à minha vida? Simplesmente como? 

A esperança que melhores dias apareçam existe por vezes, só que é tão difícil mantê-la todos os dias ou pelo menos nos momentos mais importantes. Não sei o que fazer...sinto-me congelada no mundo. 

E como diz a canção: "a ver os sonhos partirem, à espera que algo aconteça". Sonhos que nunca mais acontecem. 

17 de maio de 2014

Já cá faltavam

Misturar um "passeio" por um centro comercial onde até fiz umas compras com outro "passeio" por outro centro comercial deserto. Juntar pessoas conhecidas com quem nunca falamos praticamente mais uma espécie de tornado/tempestade.
Resultado: um sonho estranho.

Já não me lembrava destes sonhos. Só tu, Inês, para sonhares com coisas do género.

Enviado por telelé

15 de maio de 2014

O que tem de ser tem muita força, mas não vai ser hoje

Eu disse que começava a tratar dos papéis esta semana...mas a vontade é pouca. 
Tem que ser, sei que sim...Portugal já deu o que tinha a dar, contudo há sempre uma esperança. E juntar o facto de ter de gastar pouco mais do salário mínimo apenas para me registar, sem garantias que arranje trabalho, fora os papéis a traduzir e certificar cá, faz-me atrasar tudo... 

Vai chegar o dia em que é inevitável. Talvez durante o fim de semana. 

11 de maio de 2014

Devo ter sido alguém muito mau numa outra vida

Começo a achar que o azar me bateu à porta e entrou sem lhe ninguém dar autorização. Ou então devo ter feito coisas más numa outra vida. Não há uma pontinha de sorte na minha vida, nem no trabalho nem no amor...e outros com tudo. Também tenho direito não? 

Será que é difícil pedir um bocadinho de sorte apenas no trabalho? Umas horitas que seja? Acho que não peço muito...ou será que ando a fazer alguma coisa mal? 

(vou arranjar umas destas a ver se surge alguma coisa boa)