9 de março de 2014

Atchim

Hoje sinto-me o Atchim. Já devo ter espirrado mais só hoje do que nos restantes dias da minha vida. Começou de manhã, mas ainda não parou. Espero que amanhã já esteja melhor senão vai ser um dia de trabalho interessante... 

5 de março de 2014

Parabéns e Adeus

Paulo Fonseca parabéns por mais um aniversário. Apesar de o aniversariante seres tu, deste uma grande prenda a todos os portistas (eu incluída)...o teu adeus!
Sei também que o Presidente já não anda a funcionar bem (e só por isso não te deixou sair mais cedo), talvez seja as preocupações com o coração ou mesmo a idade, mas espero sinceramente que decida (ele e os que têm poder para tal) correctamente. Quero ver o Porto a jogar à Porto!! Quero alguém que saiba construir e liderar uma equipa.
Contudo a ti, Paulo Fonseca, desejo-te a maior sorte do mundo, longe do meu Porto. O sonho comanda a vida e é verdade, no entanto não podemos concretizá-los sabendo de antemão que não vamos ser bem sucedidos. Olha pelo menos tentaste... estuda Paulo, um dia lá chegarás!! Parabéns e adeus novamente!

Enviado por telelé

3 de março de 2014

Pensamento do dia

Aquele momento em que pensas:

Será que todas as pessoas nascem com a estrelinha da sorte menos eu? Ou será que eu é que nasci com o azar agarrado?? 

1 de março de 2014

Mistério resolvido

Hoje de manhã reparei que o André é uma personagem numa espécie de história que estou a escrever para passar o tempo. 

Nunca mais me lembrei que tinha dado esse nome à personagem. E só depois de o escrever algumas vezes é que associei as coisas, o nome e o sonho. Ai a minha cabeça... Em minha defesa digo que é uma história que escrevo esporadicamente. está bem?! Ando mesmo a ficar maluca...  

O mistério do André está resolvido! :) 

27 de fevereiro de 2014

Se precisar descanse, mas não desista

E é por isso mesmo que acabo de mandar duas candidaturas para outros trabalhos em part-time, para conciliar com o que já tenho. Porque se não aparece na minha área tenho de tentar por outro lado... 

É só isto por hoje. Vou descansar. 

25 de fevereiro de 2014

Mais um...

Para não variar mais um sonho estranho! 
Desta vez sonheir com um André e eu e ele, ele e eu, estavámos...como que dizer...a curtir/namorar, não sei bem e também não interessa, verdade seja dita... A melhor parte disto tudo é que eu não conheço nenhum André! Logo não há curtição para ninguém. 

Portanto se houver algum André a passar por estes lados é favor avisar! :) Se não houver, amigos na mesma. 

Inês Inês, andas a ficar doida ou quê? É cada sonho!! 

23 de fevereiro de 2014

Anatomia do Medo









Este livro, Anatomia do Medo de Jonathan Santlofer, tal como muitos (na sexta vi a imensidão de livros que tenho por ler! Nem sei muito bem o que lhes fazer!), estava à espera de ser lido há alguma tempo. Não sabia o que esperar dele, apenas sabia que era um policial e que tinha gostado da capa e da sinopse...

Comecei a lê-lo já faz algum tempo, com os contratempos da minha avó e do trabalho tornou-se complicado, e admito que o início da história não me deslumbrou tanto como estava à espera (mesmo sem esperar grande coisa).
Portanto, falando sobre a história, como quase sempre existe um casal, Nate Rodriguez e Terri Russo. Rodriguez é o desenhador (não deve ser assim o nome técnico da profissão, mas é o que me lembro e não me apetece procurar) da esquadra, é aquela pessoa que desenha os retratos-robot chamemos assim, e antigo polícia, desistiu ao fim de 6 meses de terminar a Academia. Russo é a detective que tem em mãos um caso onde o assassino desenhas as vítimas, a forma como morrem e a posição em que morrem. 
Assim, Russo pede ajuda a Rodriguez para tentar saber mais acerca do assassino através dos desenhos. Descobrem que os crimes têm a ver com racismo. E a partir daqui é um procurar pelo assassino. Mal eles sabem que o assassino está mais perto do que imaginam, bem como tenta armar cilada a Rodriguez. Pelo meio, temos o chefe da esquadra, o FBI, o assassínio do pai de Rodriguez, a religião e o racismo metidos ao barulho. 

Anatomia do Medo foi um livro diferente, sem dúvida, Como já disse custou a entrar na história mas depois de querer descobrir o assassino foi tentar ler até o descobrir. Achei interessante o facto de irem conjugando a história com os desenhos que tanto Rodriguez como o Desenhador-assassino fazem. Um conjunto interessante, para quem, tal como eu, gosto de desenho. 

PS: não sei bem porquê mas enquanto lia o livro só me lembrava da série Castle, principalmente do casal. Talvez pela semelhança delas serem detectives e eles (um escritor e outro desenhador) terem profissões das quais gosto. Claro que no final em ambos acontecem alguma coisa entre eles (tinha que ser ne? Livro sem romance não é a mesma coisa. Pena que na vida real o romance nem sempre exista e muito menos para todos.) 


(Fica a opinião prometida do livro :) com um dia de atraso mas veio!)