23 de fevereiro de 2014

Anatomia do Medo









Este livro, Anatomia do Medo de Jonathan Santlofer, tal como muitos (na sexta vi a imensidão de livros que tenho por ler! Nem sei muito bem o que lhes fazer!), estava à espera de ser lido há alguma tempo. Não sabia o que esperar dele, apenas sabia que era um policial e que tinha gostado da capa e da sinopse...

Comecei a lê-lo já faz algum tempo, com os contratempos da minha avó e do trabalho tornou-se complicado, e admito que o início da história não me deslumbrou tanto como estava à espera (mesmo sem esperar grande coisa).
Portanto, falando sobre a história, como quase sempre existe um casal, Nate Rodriguez e Terri Russo. Rodriguez é o desenhador (não deve ser assim o nome técnico da profissão, mas é o que me lembro e não me apetece procurar) da esquadra, é aquela pessoa que desenha os retratos-robot chamemos assim, e antigo polícia, desistiu ao fim de 6 meses de terminar a Academia. Russo é a detective que tem em mãos um caso onde o assassino desenhas as vítimas, a forma como morrem e a posição em que morrem. 
Assim, Russo pede ajuda a Rodriguez para tentar saber mais acerca do assassino através dos desenhos. Descobrem que os crimes têm a ver com racismo. E a partir daqui é um procurar pelo assassino. Mal eles sabem que o assassino está mais perto do que imaginam, bem como tenta armar cilada a Rodriguez. Pelo meio, temos o chefe da esquadra, o FBI, o assassínio do pai de Rodriguez, a religião e o racismo metidos ao barulho. 

Anatomia do Medo foi um livro diferente, sem dúvida, Como já disse custou a entrar na história mas depois de querer descobrir o assassino foi tentar ler até o descobrir. Achei interessante o facto de irem conjugando a história com os desenhos que tanto Rodriguez como o Desenhador-assassino fazem. Um conjunto interessante, para quem, tal como eu, gosto de desenho. 

PS: não sei bem porquê mas enquanto lia o livro só me lembrava da série Castle, principalmente do casal. Talvez pela semelhança delas serem detectives e eles (um escritor e outro desenhador) terem profissões das quais gosto. Claro que no final em ambos acontecem alguma coisa entre eles (tinha que ser ne? Livro sem romance não é a mesma coisa. Pena que na vida real o romance nem sempre exista e muito menos para todos.) 


(Fica a opinião prometida do livro :) com um dia de atraso mas veio!)

21 de fevereiro de 2014

Hasta

Hoje, na horita em que não tinha nada para fazer no trabalho, escrevi a opinião de um livro que terminei. Está numa folha mas não me apetece passar, fica para amanhã talvez. Estou cansada de estar em frente a um computador. 


Até amanhã a todos! 

20 de fevereiro de 2014

Qual o título?

Mais uma imagem retirada do Facebook, desta vez da Lua de Papel. 
Como eles perguntaram, se houvesse um livro sobre vocês, qual seria o título? 


Uma boa combinação sem dúvida!

Uma pessoa está descansada a ver na SIC Mulher o Masterchef numa guerra dos sexos e começa a pensar onde é que em Portugal existem alguns daqueles espécimes...bem parecidos e que cozinhem bem!
É se faz favor um à porta de minha casa :) agradecida!

Enviado pelo telelé

18 de fevereiro de 2014

Haja tempo para ler

Tenho a impressão que exagerei um bocadinho nos livros que vão chegar a casa! Não é que eu me importe (nada até!) mas acho (tenho a certeza!) que a minha mãe não vai gostar. Eu admito que sou uma viciada em livros, não tenho culpa! Antes viciada em livros do que noutras coisas... 
Mas também quem é resiste ao passatempo/promoção da Presença? Em minha defesa devo dizer que não são todos para mim. 

Agora é arranjar tempo para ler, os que estão para chegar e os que estão ainda por ler =D

17 de fevereiro de 2014

Welcome to Reality

As desilusões surgem de onde menos se espera.


Acho que me esqueci da realidade. Do mundo em que vivemos. Em que só se pensa na própria pessoa e não no bem/interesse dos outros. 
Não é certamente uma coisa que me vai deitar abaixo, mas simplesmente não estava à espera... 


14 de fevereiro de 2014

O amor é...


E o amor é tudo o que quisermos e fazemos dele o que quisermos também. Já fui muito feliz, já bati bem no fundo...agora não há amor. Há até um desacreditar no amor. Até ao dia em que alguém me faça mudar novamente de ideias...assim espero pelo menos. 


Mas desejo a todos, solteiros e comprometidos, um feliz dia dos namorados! 

(post agendado)