1 de fevereiro de 2014

Consegui!

Obrigada a todos pelas figas e pela força do post anterior! :) 
A "formação" correu bem, começo na segunda a trabalhar. O trabalho não é difícil, alguma responsabilidade e uma área que nunca trabalhei, mas tudo se aprende nesta vida. Vou levar um dia de cada vez. 
Estou contente por alguém me ter dado uma oportunidade, coisa que estava difícil de acontecer (os outros trabalhitos foram de pouco tempo e as entrevistas até agora por muito promissoras que pareciam não deram em nada), e numa área na qual nunca trabalhei nem tenho muitos conhecimentos, sou sincera... 

Portanto um objectivo para 2014 cumprido! Pensamentos positivos para Fevereiro! 

30 de janeiro de 2014

Quem não tem cão caça com gato

Amanhã vou fazer uma espécie de formação, ver se me dou num trabalho e se gostam de mim para depois começar a trabalhar! :) Não é nada de especial, um part-time fora da área para a qual estudei, pouquinho dinheiro mas é algum que entra e é o mais importante. 
Já estava sem esperanças neste trabalho e realmente já tinham escolhido outra candidata contudo ela não se deu ou não gostaram dela, não me interessa muito sinceramente, o que interessa é que me chamaram a mim. Tive hoje uma segunda entrevista e mais tarde telefonaram-me para ir amanhã... 

Portanto toda a gente a torcer por mim! Fingercross! 

29 de janeiro de 2014

Parabéns à criança!

Hoje o mano faz anos!! 19 anos...a criança cresceu, já deixou de ser criança há algum tempo. Está um homem feito! 

O tempo passa mesmo a correr! 

25 de janeiro de 2014

10 anos passaram

Não fosse a "televisão" a relembrar e não juntaria o dia de hoje ao dia em que Miklos Fehér morreu. E já lá vão 10 anos! O dia pode não estar gravado na memória mas o acontecimento em si está. Porque era na altura uma assídua adepta de futebol, porque foi o meu primeiro contacto com a morte, porque simplesmente foi difícil de perceber o que se estava a passar em campo. O último sorriso, a queda, a confusão, os colegas de profissão - seja do benfica ou do guimarães -, as poucas palavras que os comentadores diziam... Vi em directo. Só a forma como caiu deixava antever que algo de grave se passava, as manobras de reanimação que as imagens permitiam vislumbrar de relance, os rostos dos colegas, a entrada da ambulância confirmavam essa primeira suspeita. Estava num café e na altura vim para casa, dado não saberem o que se passava nem o que fazer, não faltava muito para acabar o jogo também, e assim no caminho entre café e casa vim a ouvir o relato no carro, a tentar saber mais novidades. Em casa fiz a mesma coisa, televisão ligada e rádio ligado, mas nada. A notícia viria no dia seguinte. Nesse dia não houve clubes. Nesse dia só houve o choque, o choque de todos. E ele, o Fehér, um jogador e acima de tudo uma pessoa uniu o futebol português duma forma que nunca tinha visto. 

É difícil aceitar como alguém jovem, saudável, que faz exames médicos regulares, caísse assim no relvado. Morreu com 24 anos, os mesmos 24 que irei fazer este ano. É complicado. Praticamente as idades do grupo de estudantes que também faleceram no Meco. (não que haja comparação, ficará para outro post, quando houver mais desenvolvimentos) Os filhos não devem ir primeiro que os pais, segundo a lei da vida. Mas ninguém está a salvo de morrer - aliás é a nossa grande certeza da vida. 


Fica um até sempre Fehér! 


20 de janeiro de 2014

Sonho de hoje

Hoje sonhei com o P. 
O P. foi um amigo, um grande amigo em tempos, com o qual não falo praticamente há muitos anos, desde que ele disse que me amava. Na altura não queria perder o meu melhor amigo e disse que não, que não sentia nada, depois de o perder vi que existiam sentimentos mas já não havia nada a fazer. Cada um seguiu a sua vida e nunca mais o vi... 
Hoje contudo sonhei com ele. E agradeci-lhe por tudo o que representou/representa para mim. Muito dificilmente o irei reencontrar para agradecer pessoalmente mas foi bom recordá-lo. 

19 de janeiro de 2014

Enfermeira mas pouco

Amanhã retorno à pequena experiência de enfermeira. Não sou enfermeira, nunca quis ser (sempre achei que caso estudasse enfermagem iria ser uma enfermeira ressabiada, digamos) e a partir do momento em que o "relacionamento" com uma dita enfermeira correu mal resolvi que não queria nada com esta classe profissional (se passar por aqui algum/a enfermeiro/a não fiquem contra mim, gosto de vocês na mesma, não gosto é daquela enfermeira em particular). 
No entanto, tenho "tratado" da minha avó, foi operada e para as coisas correrem bem antes e agora após a dita resolvi ir para lá e ajudar. Sei que desta forma o que é preciso fazer é feito de forma correcta, coisa que não seria se eu não estivesse lá, mesmo estando lá outras pessoas da família. Se tenho obrigação de ir tratar dela ou de ir com ela às consultas, como já ouvi dizer? Não tenho. Sou das netas mais novas e que não mora à beira dela. Posso estar sem trabalho mas tenho coisas para fazer e é sempre bom estar no meio das minhas coisas, o que não acontece lá. Contudo vou. Vou porque sei que precisa de acompanhamento, vou porque, apesar de não ser a mais beneficiada (digamos assim), quero que ela esteja bem, vou porque, acima de tudo, é a minha avó e gosto dela. 

E desta forma sou "enfermeira" por uns tempos... 

16 de janeiro de 2014

Aconselhada pela avó

Conselhos de uma avó:


  • tu não fumes porque fumar é feio e além disso faz mal aos pulmões;
  • tem cuidado com a rapaziada porque eles desgraçam uma pessoa. 

Fico a pensar se agradeça, se diga que vieram atrasados ou se peço para me explicar. Pois bem tendo eu uma licenciatura numa área da saúde é normal que saiba que fumar faz mal à saúde. Se é feio ou não, fica para o gosto de cada um. Quanto à rapaziada (rapazes diga-se), fiquei sem perceber se o desgraçar seria engravidar ou desiludir uma pessoa. Para mim o maior problema é a desilusão, já que tive de lidar com ela - não é que tenha engravidado alguma vez, mas penso que não seria uma grande desgraça, uma surpresa talvez, desgraça não. 

Contudo resolvi calar-me e continuar a ouvi-la. Deve-se sempre ouvir uma avó.