19 de janeiro de 2014

Enfermeira mas pouco

Amanhã retorno à pequena experiência de enfermeira. Não sou enfermeira, nunca quis ser (sempre achei que caso estudasse enfermagem iria ser uma enfermeira ressabiada, digamos) e a partir do momento em que o "relacionamento" com uma dita enfermeira correu mal resolvi que não queria nada com esta classe profissional (se passar por aqui algum/a enfermeiro/a não fiquem contra mim, gosto de vocês na mesma, não gosto é daquela enfermeira em particular). 
No entanto, tenho "tratado" da minha avó, foi operada e para as coisas correrem bem antes e agora após a dita resolvi ir para lá e ajudar. Sei que desta forma o que é preciso fazer é feito de forma correcta, coisa que não seria se eu não estivesse lá, mesmo estando lá outras pessoas da família. Se tenho obrigação de ir tratar dela ou de ir com ela às consultas, como já ouvi dizer? Não tenho. Sou das netas mais novas e que não mora à beira dela. Posso estar sem trabalho mas tenho coisas para fazer e é sempre bom estar no meio das minhas coisas, o que não acontece lá. Contudo vou. Vou porque sei que precisa de acompanhamento, vou porque, apesar de não ser a mais beneficiada (digamos assim), quero que ela esteja bem, vou porque, acima de tudo, é a minha avó e gosto dela. 

E desta forma sou "enfermeira" por uns tempos... 

16 de janeiro de 2014

Aconselhada pela avó

Conselhos de uma avó:


  • tu não fumes porque fumar é feio e além disso faz mal aos pulmões;
  • tem cuidado com a rapaziada porque eles desgraçam uma pessoa. 

Fico a pensar se agradeça, se diga que vieram atrasados ou se peço para me explicar. Pois bem tendo eu uma licenciatura numa área da saúde é normal que saiba que fumar faz mal à saúde. Se é feio ou não, fica para o gosto de cada um. Quanto à rapaziada (rapazes diga-se), fiquei sem perceber se o desgraçar seria engravidar ou desiludir uma pessoa. Para mim o maior problema é a desilusão, já que tive de lidar com ela - não é que tenha engravidado alguma vez, mas penso que não seria uma grande desgraça, uma surpresa talvez, desgraça não. 

Contudo resolvi calar-me e continuar a ouvi-la. Deve-se sempre ouvir uma avó. 

13 de janeiro de 2014

Porque não eu?

Depois de ver o filme que a sic transmitiu sobre a história do Facebook ou melhor sobre a história do criador do Facebook, fica a pergunta:
Porque é que a minha pessoa também não tem uma ideia brilhante que se transforme em alguns (já não falo em milhões)  euros? Para eu viver descansada..

Enviado por telelé

11 de janeiro de 2014

Um dueto

Simplesmente um dueto que adorei. Tenho músicas que gosto porque me lembram pessoas, porque retratam momentos passados com alguém, esta é diferente gosto porque sim.


Quem de nós dois
Paulo Gonzo e Ana Carolina

8 de janeiro de 2014

O que nos reserva 2014?


Vi esta sopa de letras na página de Facebook do Arrumadinho e como adora sopa de letras resolvi ver o que me reservava 2014. Assim as primeiras palavras que encontrei foram: Amigos, Amor e Trabalho, por esta ordem. Gostei! 

E vocês? O que vos reserva 2014? 

7 de janeiro de 2014

Uma entrevista...

Depois de muitos currículos enviados para diversas áreas tive uma entrevista!!! (Numa área diferente da minha de formação - esta parte não interessa, é uma entrevista.) Boa Inês! É para part-time, nada de especial, mas é sempre algum que se ganha. 
Penso que correu bem sinceramente (também a outra tinha corrido e deu no que deu - nada!), disseram que amanhã dariam resposta caso fique, portanto é esperar agora. 

São tantas pessoas para apenas um lugar... 

Segue o Coração - Não olhes para trás

Ontem acabei o livro!! "Segue o Coração - Não olhes para trás" de Lesley Pearse. Eheh 
Pois bem, como disse no post anterior, já não me lembrava de estar agarrada a um livro desta forma. Foi realmente uma surpresa, já que um outro livro que li da mesma autora não me despertou tanto interesse (devo mesmo dizer, apesar de no final ter gostado da história, que custou inicialmente a ler). 

O livro começa com o passeio de barco de Matilda e termina com a chegada da mesma personagem a cada da filha Tabitha. Pelo meio temos a história de vida da incrível Matilda, Matty para os amigos, como de vendedora de flores de um bairro degradado de Londres chegou a senhora, respeitada e adorada por todos na grande América. Foi isso mesmo que mais admirei ao longo da história, como Matty ganhou o respeito de todos, como conseguiu sempre forças para se levantar independentemente das perdas. E se houve perdas! Coitada da Matty! Primeiro o pai, depois Lily e o bebé, Giles, John, Cissie e Suzanna, Amelia, James, Zandra e ainda Sidney - penso que não me esqueço de alguém, pelo menos dos mais importantes - todos com mortes em momentos decisivos. 
Matilda, num momento irreflectido, salva Tabitha. Os pais da pequena, gratos pelo gesto, dão trabalho a Matty como ama da menina. A partir daqui a história desenrola-se com vários acontecimentos. A ida para a América, os medos de Lily, a admiração por Giles, a morte do pai, as crianças de Five Points, o amor por Flynn, a ida para Missouri, a morte de Lily e Giles, a gravidez de Matty, a educação de Tabitha, a caravana para Oregon, o capitão James, o ouro na Califórnia, a ajuda preciosa de Cissie e John, a ida para São Francisco, os contratos de madeira, a morte de John, o cumprir de contratos, a casa de tolerância de Zandra e poderia continuar porque são imensos acontecimentos. E quando se pensa que é dessa vez que Matty vai desistir, pois que não é isso que acontece, ela levanta-se ainda com mais força. Sempre a querer ajudar...sempre a querer o melhor para os outros...e nem sempre a pensar nela. Ela consegue chegar ao fim sem nunca ter deixando de ser ela própria, mas sem os problemas financeiros que tinha em Londres ou quando chegou a América, sabendo que apesar de tudo sempre foi muito amada. 

No meio disto tudo o sábio conselho do pai: "Nunca olhes para trás". 

Matty só queria fazer a diferença na vida das pessoas. E conseguiu. 
Um livro que conta uma história de vida fantástica. Onde aprendemos a levantarmo-nos face às adversidades. Onde queremos ler apenas mais um capítulo para saber o que se vai passar. Um livro que me prendeu do início ao fim, que me fez rir e chorar, um livro sem dúvida fenomenal. 
E espero um dia também conseguir fazer a diferença na vida de outras pessoas.
Não olhar para trás, sempre para a frente!